Indo.
Dessa vez, de férias.
Duas semanas.
Após a volta, como não poderia deixar de ser, recomeçam as viagens a trabalho.
Por enquanto, não.
É descanso e passeio, ora pois
Até
Crônicas e depoimentos sobre a vida em geral. Antes o exílio; depois, a espera. Agora, o encantamento. A vida, afinal de contas, não é muito mais do que estórias para contar.
sábado, janeiro 27, 2018
terça-feira, janeiro 16, 2018
O Ano
Terminou 2017, finalmente.
Hoje, há pouco mais de uma hora, pude dar como encerrado, de forma definitiva, o ano que passou. O finalmente acima é, antes de mais nada, um reconhecimento de que dezesseis dias a mais - por melhor que tenha sido 2017, e realmente foi - é um exagero.
Todos os anos, contudo, terminam em uma data variável depois de 31 de dezembro. O que não quer dizer que o ano seguinte não comece em primeiro de janeiro, pois realmente começa. E os primeiros dias (semanas) de cada ano são esse tipo de transição, de passagem de bastão.
Enrolo, enrolo, e não digo a que vim.
Consegui, finalmente, entregar o último relatório de ano que passou.
Estou em dia, olha de novo, finalmente.
Me refiro a relatórios e projetos da Universidade. A cada dois anos, quando se encerra um projeto de pesquisa, preciso entregar o relatório completo do projeto que se encerra e já submeter um novo para aprovação. E agora tem ainda o relatório do projeto de extensão também.
Procuro sempre terminar tudo antes do final de dezembro, para entrar o ano tranquilo, focado apenas no que virá, algum descanso, recarga de baterias. Algumas vezes consigo, ano não deu. Mudaram prazos, criaram novas exigências, deu correria.
Correr.
O que mais faço no meu dia-a-dia, e ainda assim estou sedentário.
Bem resolvida em anos anteriores, no último falhei miseravelmente e não consegui organizar minha rotina para incluir atividade física. Muito, claro, por causa de novas atribuições e atividades.
Vou resolver, juro.
Logo, logo.
Até.
Hoje, há pouco mais de uma hora, pude dar como encerrado, de forma definitiva, o ano que passou. O finalmente acima é, antes de mais nada, um reconhecimento de que dezesseis dias a mais - por melhor que tenha sido 2017, e realmente foi - é um exagero.
Todos os anos, contudo, terminam em uma data variável depois de 31 de dezembro. O que não quer dizer que o ano seguinte não comece em primeiro de janeiro, pois realmente começa. E os primeiros dias (semanas) de cada ano são esse tipo de transição, de passagem de bastão.
Enrolo, enrolo, e não digo a que vim.
Consegui, finalmente, entregar o último relatório de ano que passou.
Estou em dia, olha de novo, finalmente.
Me refiro a relatórios e projetos da Universidade. A cada dois anos, quando se encerra um projeto de pesquisa, preciso entregar o relatório completo do projeto que se encerra e já submeter um novo para aprovação. E agora tem ainda o relatório do projeto de extensão também.
Procuro sempre terminar tudo antes do final de dezembro, para entrar o ano tranquilo, focado apenas no que virá, algum descanso, recarga de baterias. Algumas vezes consigo, ano não deu. Mudaram prazos, criaram novas exigências, deu correria.
Correr.
O que mais faço no meu dia-a-dia, e ainda assim estou sedentário.
Bem resolvida em anos anteriores, no último falhei miseravelmente e não consegui organizar minha rotina para incluir atividade física. Muito, claro, por causa de novas atribuições e atividades.
Vou resolver, juro.
Logo, logo.
Até.
domingo, dezembro 31, 2017
domingo, dezembro 24, 2017
Natal
It's the most wonderful time of the year...
Eu sempre vi assim, a época do Natal tradicionalmente me encanta, tão ou mais de quando eu era criança, quando passávamos a noite de Natal na casa dos meus avós, em Montenegro, e lembro das ruas decoradas com as luzes coloridas, o clima de festa. Há muito os Natais já não tem mais meus avós, tios e primos juntos, a família encolheu e cresceu depois, e agora - com a Jacque - tentamos passar esse encantamento para a Marina.
Temos conseguido, estou certo disso.
Feliz Natal.
Até.
Eu sempre vi assim, a época do Natal tradicionalmente me encanta, tão ou mais de quando eu era criança, quando passávamos a noite de Natal na casa dos meus avós, em Montenegro, e lembro das ruas decoradas com as luzes coloridas, o clima de festa. Há muito os Natais já não tem mais meus avós, tios e primos juntos, a família encolheu e cresceu depois, e agora - com a Jacque - tentamos passar esse encantamento para a Marina.
Temos conseguido, estou certo disso.
Feliz Natal.
Até.
segunda-feira, julho 03, 2017
Boxe
Recorrente.
Após uma semana produtiva e frutífera do ponto de vista profissional, sábado à noite - mais uma vez - fui vítima de uma situação, que há tempos não me perturbava.
A metáfora da vida como uma luta de boxe.
Tudo correndo bem, as ocorrências da vida que dependem de mim sendo bem resolvidas, e as que não dependem tendo sua importância colocada no devido lugar, quando - de repente - me senti num ringue, em uma luta de boxe. Pior, estava justamente sendo encurralado num corner por um oponente imaginário.
Lutava contra fantasmas.
Percebi, respirei fundo, e fui dormir.
O domingo foi tranquilo.
Até.
domingo, maio 14, 2017
Domingo
De volta. No Dia das Mães.
Tentando voltar, confesso.
Uma enorme saudade de escrever, de parar e olhar e pensar as coisas, a vida. Sempre tive (tenho) o que dizer, mas perdi a intimidade, o hábito. A prática, porque escrever é artesanato, como disse há algum tempo, não lembro quando.
Vou continuar tentando.
Prometo.
Vou me cobrar, vou me cobrar.
Até.
domingo, janeiro 01, 2017
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