Pensamentos intrusivos vão e vem, me acordando mais cedo do que o habitual de tempos em tempos. Nem tão frequentes que preocupem ou justifiquem o uso de medicamentos, nem tão raros que me deixem esquecer. Entendo que são parte da vida, aprendi (sigo aprendendo) a lidar com isso.
Isso talvez seja fruto também de um possível excesso de ideias, planos e projetos que circulam pelos dias. Outro aprendizado em que venho trabalhando é o de priorizar, colocar em diferentes gavetas os diferentes projetos, conforme relevância e timing de execução, e saber que essas definições são fluidas, vão mudando conforme o tempo passa e as prioridades se alteram.
Quando ocorrem esses episódios de pensamentos intrusivos, uma forma de lidar é procurar olhar o todo, ter uma visão de perspectiva. A trajetória. De onde vim (viemos), o caminho percorrido, o que foi alcançado e o que está em andamento. Esse é o meu jeito de lidar com as incertezas, e inseguranças.
E seguir, como sempre.