sábado, junho 15, 2024

Sábado (e Eu, escritor)

Autografando 'A Sopa no Exílio', o livro
 

E o blog virou livro depois de 20 anos
Que momento, que momento.

Bom sábado a todos.

Até.

domingo, junho 09, 2024

A Sopa

Tudo isso (3). 


Chegamos em Miami terça-feira à tarde, cerca de 16 horas antes do voo que nos levaria até Guarulhos e depois Florianópolis, de onde sairíamos na quinta-feira de manhã em um carro alugado rumo ao sul, rumo à Porto Alegre, que vivia situação de calamidade pública devido às inundações decorrentes de uma série de circunstâncias que – como em um acidente aéreo – ocorreram simultaneamente ou em sequência para que o desastre ocorresse. Chuvas MUITO acima da média, elevações dos rios que desaguam no Guaíba, falta de manutenção dos sistemas de prevenção às enchentes ao longo de muitos anos, falhas nas bombas de drenagem pelas cidades, entre outros.

 

Nós, a salvo disso, em outro hemisfério, acompanhávamos angustiados os acontecimentos, com a sensação de impotência de quem está longe dos familiares, das pessoas e dos lugares que nos são caros e que estariam sendo afetados. Uma irracional, mas inevitável, culpa.

 

Retornamos o carro na locadora e voltamos caminhando para o hotel, que ficava realmente ao lado do aeroporto, em Miami. A viagem havia acabado, agora só esperávamos a hora de iniciar a volta. Pedimos uma pizza no quarto mesmo, que comemos com um vinho enquanto arrumávamos nossas coisas e acompanhávamos as notícias pela televisão.

 

O voo Miami – São Paulo, que saiu às 11h da quarta-feira, estava com muitos lugares vagos, e conseguimos ficar em assentos de saída de emergência. Vou diurno tranquilo. Pousamos em GRU com pouco mais de duas horas de tempo de conexão, que deveria ser tempo suficiente, mas não seria tão simples como esperado.

 

Primeiro, o desembarque - remoto, maldição! – demorou bem mais tempo do que o previsto. Segundo, as malas nos atrasaram um pouco mais, aumentando a angústia. Antes, ainda, enquanto estávamos embarcados no ônibus que nos levaria até o desembarque, uma senhora de idade indefinida (para mim, para mim), puxou assunto e, quando soube que iríamos para Florianópolis, pediu para ficar junto conosco para “não se perder”. Tudo certo.

 

Seguimos juntos no desembarque, a esperamos retirar sua bagagem e fomos passar pela alfândega. Nesses trajetos, conversando com a Jacque, ele havia contado que era “terapeuta”, mas não diplomada, que era “sensitiva” e que viajava o mundo para atender pacientes. Eu apenas ouvia a conversa, sem participar. Já com nossas malas, ao passar pelo funcionário da alfândega, fez algum comentário que não ouvi, mas ele na hora pediu para ela passar para a revista de malas e perguntou se estávamos juntos. Ela disse que sim, no que eu disse que NÃO, o que não adiantou, fomos, a Jacque e eu, encaminhados para uma nova fila, para a revista, junto a ela.

 

A minha preocupação não era a revista, era o tempo, que passava rápido e se aproximava a hora do embarque para Florianópolis. Pior foi que, esperado que nossas malas passassem pelo raio-x, a “terapeuta” comentou que estava trazendo de volta ao Brasil vinte e dois mil dólares (!) e chegou a sugerir que a Jacque carregasse parte desse dinheiro (!!). Claro que não aceitamos...

 

Foi corrido, mas conseguimos chegar em tempo e embarcar para Florianópolis. Voo tranquilo, chegamos perto da meia-noite em nosso destino. Ainda tentei retirar o carro reservado naquela hora mesmo, mas não foi possível: teria que voltar de manhã ao aeroporto para buscá-lo. De Uber, fomos até o hotel no centro, onde dormimos.

 

Na manhã seguinte, após o café da manhã, voltei para o aeroporto onde retirei o carro. De volta até o hotel, por volta das 9h30 saímos de Florianópolis rumo ao Rio Grande do Sul. A primeira parada foi em um supermercado para comprar água para levar para casa e para quem precisasse.

 

Ainda pararíamos, no trajeto de volta, para comprar cobertores, travesseiros e outros itens para doar aos abrigos montados pelo RS. Com a sensação de atraso, começávamos na prática a ajudar pelo menos um pouco quem estava em necessidade. Entramos no RS com o carro carregado de donativos.

 

Conseguimos chegar em casa no final da quinta-feira, 09/05, dia que era aniversário do meu pai, que nasceu justamente durante a famosa enchente de 1941, e que não viveu – para o bem e para o mal – para ver Porto Alegre novamente embaixo d’água...

Tudo terminado?

 

Ainda não. Teria que devolver o carro alugado em Gravataí, pois as agências da locadora em Porto Alegre estavam sem funcionar, na manhã seguinte.

 

Começava outra epopeia.

 

Até.


sábado, junho 08, 2024

Sábado (e um momento lindo)’


Quinta-feira passada.
Lançamento do livro “A Sopa no Exílio”.
Meus amores.

Que momento, que momento. 

Até.
 

domingo, junho 02, 2024

A Sopa

Tudo isso (2). 

Saíramos de Nashville e, em um longo dia de estrada com paradas regulares para caminhar um pouco, fazer uns alongamentos, ir ao banheiro, comprar algum lanche ou abastecer, rodáramos cerca de mil de cem quilômetros até Orlando, na Flórida. Já noite, ainda antes de chegarmos, recebêramos uma mensagem da LATAM cancelando nosso voo para Porto Alegre, cujo aeroporto estava – como todos sabem – embaixo d’água. Naquele momento, não havia nada que pudéssemos fazer.

 

Chegamos em Orlando próximo às 23h e fomos direto ao hotel em que desejávamos ficar, por “razões sentimentais”: o Cabana Bay Resort, no complexo da Universal, onde ficáramos em 2017 e 2019. Chegando lá, a decepção: estava lotado. Ficaríamos duas noites, de sábado para domingo e domingo para segunda-feira, quando voltaríamos para Miami para nosso voo agora cancelado. Sem possibilidade de ficar ali, pesquisamos no Booking.com e escolhemos outro hotel, não muito longe dali, de preço em conta, o Best Western Orlando Gateway.

 

Fizemos o checkin e fomos dormir, afinal havíamos jantado uma pizza no caminho, comprada em uma pizzaria no meio do nada em uma parada que fizéramos mais cedo naquela noite. Era de descansar para o dia seguinte, ainda sem saber como voltaríamos para casa na semana que viria.

 

Domingo, em Orlando, sem termos como voltar para casa antes de terça ou quarta-feira, optamos por ir a um parque temático, e o escolhido foi o Magic Kingdom, da Disney. Acordamos relativamente cedo e fomos para o parque, onde tomamos café da manhã. Manhã de primavera, tempo bom e temperatura agradável: muitas pessoas no parque, como esperado. 

 

Sempre é bom visitar os parques da Disney, óbvio, mas essa vez teve um gosto meio amargo, principalmente porque fiquei boa parte do dia trocando mensagens com a LATAM tentando resolver a questão do nosso retorno. Aproveitamos, sim, mas fiquei em boa parte focado em responder e esperar o retorno deles. Chegou um momento em que me disseram que teria que ligar para o atendimento, o que não consegui fazer. Voltei às mensagens e, já no final da tarde, enquanto na fila para uma das atrações (Peter Pan, eu acho), recebi proposta de um voo 24h depois, mas que – ao invés de ir para GRU com conexão em Bogotá – iria direto de Miami para GRU e de lá, para Florianópolis, aonde chegaria na madrugada de quarta para quinta-feira.

 

Topamos.

 

Ao retornar para o hotel, já tarde da noite, consegui reservar um hotel em Florianópolis para quando chegássemos e um carro, que usaríamos para fazer o trecho final entre Florianópolis e Porto Alegre. Tudo resolvido. Foi dormir mais tranquilo.

 

Teríamos um dia a mais nos Estados Unidos, e decidimos ficar em Orlando. Saímos do hotel, carregamos o carro, e fomos passear. Paramos em um outlet, onde tomamos café da manhã, para comprar alguns presentes e verificar se havia alguma coisa que “valesse à pena” comprar. Não me interessei por nada, o que é uma prova de que estava realmente tenso com relação ao que acontecia no RS.

 

Após o almoço, tentamos novamente e conseguimos ficar no Cabana Bay, um lugar familiar e de boas lembranças. À noite, fomos andando até o Universal CityWalk, onde jantamos no Bubba Gump, temático do filme Forest Gump. Voltamos ao hotel porque – no dia seguinte – voltaríamos para Miami para devolver o carro e na quarta-feira pela manhã, iniciar a volta ao Brasil.

 

As coisas já estavam organizadas.

 

Era quase hora de voltar para casa.

 

Até. 

sábado, junho 01, 2024

Sábado (e é amanhã!)

 


A partir das 10h, ao vivo no You Tube e presencialmente na School of Rock Benjamin POA.

Vai ser legal, e pretendemos ajudar quantos for possível.

Abraço!

domingo, maio 26, 2024

A Sopa

Tudo isso. 

O quê falar?

 

Dia vinte e sete de abril de manhã, quando embarcamos em Porto Alegre em direção à Miami/USA, com uma conexão em Lima, no Peru, a previsão do tempo para a capital do Rio Grande do Sul era de chuva toda a semana seguinte. Seria uma semana cinza e úmida, imaginava. Em absolutamente nenhum cenário, em minha ingenuidade leiga, o que aconteceu no estado se encaixaria como possível.

 

Estávamos em Nashville, Tenesse, quando o mundo desabou sobre o RS. E, à medida que a gravidade da situação foi sendo entendida, a sensação de angústia, impotência e (uma irracional) culpa por não estar em casa foi crescendo. Quando, da volta, perguntado sobre como havia sido a viagem, respondi que muito boa, mas muito ruim também. Por tudo o que aconteceu, está acontecendo, e ainda vai acontecer. Vamos longe nisso.

 

Antes, a viagem.

 

Como eu dizia, saímos de Porto Alegre em um sábado de manhã rumo à Lima e depois Miami, em dois voos de cerca de 5 horas cada com aproximadamente duas horas e pouco de tempo espera em Lima. Chegamos em Miami por volta das 20h de sábado, hora local. Peguei o carro reservado na locadora, e fomos para um hotel próximo ao aeroporto, onde ficamos essa primeira noite de viagem.

 

Domingo pela manhã, tomamos café em Miami, na La Boulangerie Boul'Mich, antes de pegar a estrada e seguirmos por entre os Everglades até Naples, a 200km de distância, onde fomos visitar as nossas queridas amigas Dani e Lu Casagrande e famílias, que moram lá, e passar o dia juntos. Certamente foi um dos melhores momentos da viagem. Fomos recebidos com muito carinho, fomos “mimados” (desde o churrasco de almoço até os presentes recebidos), praticamente “carregados no colo”. Foi um momento feliz, de se sentir em casa. Reforçou (uma vez mais) uma forte conexão que existe entre nós. Queriam que ficássemos mais tempo, mas não podíamos, infelizmente. A viagem tinha um propósito de trabalho, e a visita a elas foi um presente que nos demos. 

 

Nosso destino era Nashville, no Tenesse, onde ocorreria a convenção da School of Rock, franquia de escola de música com sedes em diversos países do mundo, incluindo o Brasil, e que sou um dos sócios da unidade de Porto Alegre, como quem me lê já sabe. Estávamos indo os dois sócios e nossas respectivas acompanhantes, mas com logísticas e roteiros diferentes. O Thiago e a Bianca haviam saído dois dias antes e ido para a Costa Oeste, Los Angeles e San Diego, de onde pegariam um voo para Nashville. A Jacque e eu, por outro lado – literalmente – havíamos ido pela Costa Leste, Miami e – de carro – Naples e então até Nashville, onde todos nos encontraríamos na terça-feira, 30 de abril, porque as atividades iniciariam em 1º de maio.

 

Segunda-feira, 29 de abril, saímos de Naples e começamos nossa jornada de 1.525km até Nashville, a ser feita em dois dias. Fomos de Naples a Clearwater, onde paramos para almoçar, e depois pequena parada em um shopping próximo a Gainsville, antes de nosso destino do primeiro dia, Albany, já na Georgia, aonde chegamos no final do dia.

 

Parecia uma cidade deserta, com poucas opções (ao menos na região por onde circulávamos, claro) e – ao parar o carro e pesquisar opções no Booking.com – e escolhemos o Hilton Garden Inn, de preço razoável e, por coincidência, exatamente em frente ao Ray Charles Memorial, um parque em homenagem ao músico. Muito legal! Jantamos no hotel, e fomos descansar, porque ainda faltavam quase 700km de estrada.

 

O dia seguinte foi novamente de estrada, passando por Atlanta e seu trânsito complicado, saindo da Georgia e entrando no Tenesse. Estradas boas, foi tranquilo, inclusive com uma parada em um outlet na Georgia para almoçar e umas pequenas compras...

 

Chegamos em Nashville por volta das 19h30 de terça-feira dia 30/04 e, após deixar as malas no apartamento (Airbnb) em que ficaríamos juntos com o Thiago e a Bianca, fomos encontrá-los em um sports bar bem próximo de onde estávamos. No dia seguinte, pela manhã visitamos o Country Music Hall of Fame and Museum e, também, o RCA Studio B, estúdio histórico do qual falo outro dia. Quinta e sexta-feira foram de trabalho, como congressista. 


Enquanto estávamos em Nashville, acompanhávamos de longe as notícias sobre as chuvas e a enchente que começavam a se agravar no Rio Grande do Sul. Quando fecharam o aeroporto temporariamente por alguns dias, ainda tínhamos a convicção/esperança de que até a nossa volta as águas já teriam baixado. A distância, naquele momento, não nos permitia ter uma visão completa do que estava acontecendo.

 

Terminada a convenção, sexta à noite, havíamos programado para sábado de manhã o início da volta para Miami, de onde embarcaríamos originalmente na terça-feira seguinte para um voo que sairia de Miami, fariam conexões em Bogotá e Guarulhos e estava previsto para chegar em Porto Alegre na quarta-feira dia 08 de maio próximo ao meio-dia. Nos despedimos do Thiago e da Bianca ao deixá-los no hotel onde ocorrera a convenção e iniciamos nossa viagem de retorno.

 

Tínhamos três dias inteiros para chegar no aeroporto de Miami para devolver o carro e embarcar. E, no meio do caminho, entre nós e Miami, estava Orlando. O pensamento era – originalmente – e se desse tempo, obviamente, parar em Orlando ao menos uma noite. Saímos de Nashville, paramos para tomar café, e começamos a viagem.

 

Eu estava preocupado com o fato de dirigir por muitas horas porque estava, desde o trajeto de ida, após a parada em Albany, com dor na perna direita ao caminhar e conforme o movimento que fizesse. Em silêncio, estava preocupado com minha história de hérnia de disco operada há pouco mais de um ano. E teria que dirigir mais de 1500km para devolver o carro antes do voo de volta. Poderia ser uma viagem difícil, pelas muitas horas de direção, afinal a Jacque não dirige.

 

O carro, um sedã Dodge Charger vermelho (a Jacque – que não gosta de sedãs - implicou com ele desde o início), se revelou, após ajeitar a inclinação do banco e a posição para trás, praticamente um assento de classe executiva. Confortável, e com estradas ótimas, revelei para a Jacque uma ideia que havia tido na noite anterior e ela topou: faríamos Nashville a Orlando direto, com pequenas paradas no trajeto. De onde estávamos, ainda faltavam 840km, dos 1100 totais. Seria um longo dia de estrada, mas ganharíamos um dia e poderíamos aproveitar Orlando no domingo. 

 

Tudo ia bem até recebermos uma mensagem da LATAM cancelando nosso voo de volta para casa. Isso no final do dia de sábado. Naquele momento não havia nada a ser feito de onde estávamos, na estrada, entre a Geórgia e a Flórida. Tudo começaria a ser resolvido no dia seguinte.

 

Estava recém começando toda a função de retornarmos para casa em meio à maior tragédia climática da história do Brasil.

  

Na sequência.

 

Até.

sábado, maio 25, 2024

Sábado (e Qual é o Tom?)


 

    Domingo, 02/06, a partir das 10h. Online e presencial.

    Mais detalhes logo, logo.


    Até.

sábado, maio 18, 2024

Sábado (e as águas continuam altas)

 

Antiga Prefeitura de Porto Alegre


Seguimos esperando a água baixar, para contabilizar os estragos e começar a limpeza e reconstrução de Porto Alegre e do Estado (e sem água em casa, por ironia).

Bom sábado a todos, na medida do possível.

Até.



quinta-feira, abril 25, 2024

Todos os Dias

Segunda-feira, no ‘Qual é o Tom?’, nosso projeto de podcast / programa / talk show (não sei bem como definir) e que transmitimos / gravamos diretamente da recepção da School of Rock Benjamin POA, que é quem nos patrocina (estamos abertos e ansiosos por novos apoios) conversamos com o Daniel Wildt, papo que vai ao ar no dia 06/05 (tivemos que gravar alguns episódios para serem transmitidos porque estaremos em viagem por 10 dias).

 

Foi bem legal.

 

De certa forma, ele – junto com o também amigo Marcelo Paes – foram os inspiradores da ideia que tive e que seria o embrião do que acabou se tornando o ‘Qual é o Tom?’. 

 

Como aconteceu?

 

Em meio à pandemia, em período de distanciamento e isolamento, lembrei de algumas histórias que havia ouvido sobre algumas pessoas (eles, por exemplo) que conhecia e convivia em um determinado contexto, pais de colegas de escola da Marina, nesse caso, e fazíamos churrascos, confraternizações e, apesar desse convívio, conhecia pouco a respeito deles fora desse ambiente em que eram pais de colegas da minha filha. O que faziam, o que pensavam, suas histórias de vida. Foi aí que me dei conta de algo óbvio: todos tem suas histórias, todos temos de alguma forma conexões entre nós. E, mais: eu queria (quero) ouvir as histórias, quero fomentar essas conexões.

 

Junto com o Thiago, de quem desde o ano passado sou sócio na School of Rock Benjamin POA, desenvolvemos e até ampliamos a ideia, e incluímos a música nessa equação. Então o ‘Qual é o Tom?’ é sobre pessoas, conexões e música, não necessariamente nessa ordem e em diferentes intensidades. Fazemos toda segunda-feira na sede da School, que é quem nos patrocina, como falei, e tem sido muito legal.

 

Mas falava da conversa dessa segunda que passou com o Daniel Wildt. Entre diversos assuntos que falamos, ele dizer que estabeleceu como rotina escrever (e publicar) algo diariamente me fez pensar que isso é algo que devo fazer.

 

Vou tentar.

 

Até.

segunda-feira, abril 08, 2024

A Sopa

Festa.

 

Às vezes, sou meio lento. Ou desorganizado. Como quiserem, aceitarei o rótulo sem maiores problemas.

 

Quero dizer que completei 52 anos na sexta-feira que passou, cinco de abril, e foi justamente quando fiz a festa para comemorar os meus cinquenta anos... Por circunstâncias diversas, desde pandemia até uma cirurgia de coluna (como não canso de contar), não fiz festa em 2022 e nem em 2023, quando até havia lançado um “Save the Date” frustrado pela cirurgia de hérnia de disco lombar a que fui submetido de urgência semanas antes da data. 

 

Paciência.

 

Mas dizia que comemorei os meus cinquenta anos aos cinquenta e dois na sexta-feira que passou. E foi como eu havia imaginado. E foi lindo. E eu estava em um daqueles momentos de felicidade plena, em que tudo no mundo parecia estar em seu lugar, tudo funcionava, e todos estavam bem. Nirvana.

 

Estavam lá no School of Rock, onde fizemos festa, a família e muitos amigos queridos, e lamentei que muitos outros os quais eu queria ter convidado não estavam lá pela limitação física de espaço. Os que estavam, porém, representavam boa parte do meu mundo, os espaços em que vivo.  

 

Foi um momento lindo, daqueles em que temos a certeza de que estamos no caminho certo, sendo exatamente quem planejamos ser.

 

Até. 

sábado, abril 06, 2024

Sábado (e vem aí...)

 


A Sopa no Exílio está virando livro!

As crônica selecionadas desses vinte anos de blog reunidas em um livro.

Lançamento em maio/2024 (data a ser anunciada) pela Editora Bestiário.

Bom final de semana a todos.

Até. 


quinta-feira, abril 04, 2024

Estou abandonando a Medicina?

Não. 

Mais, posso dizer – peremptoriamente - que as atividades “paralelas” nas quais estou envolvido, sendo a música – como um dos sócios da School of Rock Benjamin POA – a que mais tem tido destaque em minhas redes sociais, que é a principal forma com a qual boa parte das pessoas que não convive conosco no dia a dia acaba acompanhando o que acontece em nossas (minha) vidas, essas atividades ditas paralelas à medicina acabam por me tornar um médico melhor. Uma atividade alimenta a outra. Ou as outras, mas isso é outra conversa.

 

Nunca fui tão médico como sou agora (e tenho sido nos últimos anos), e vou continuar sendo. Trabalho, estudo, me atualizo na medicina com ainda mais entusiasmo que antes.

 

O contato com a arte nos torna pessoas melhores.

 

É isso.

 

Até.

 

domingo, março 31, 2024

A Sopa

Estava ouvindo um livro esses dias em um daqueles aplicativos que resume livros e transforma esses resumos em áudio em inglês, e que costumo ouvir enquanto faço caminhadas indo ou voltando da academia, um trajeto que alongo para resultar em uns dois quilômetros e pouco como aquecimento e atividade aeróbica, e o assunto do sumário do dia era de um livro chamado ‘The Noticer’ e cujo subtítulo era “Sometimes, all a person needs is a little perspective”. Um dos pontos do livro é (o óbvio) que desafios podem ser também oportunidades.

 

Já pensei e falei sobre isso por aqui em algum momento do passado. Temos que ter visão de perspectiva, afinal se ficamos apenas focados no curto prazo, nas – por exemplo – dificuldades do caminho, ou do momento, perderemos a ideia do todo, o contexto geral das coisas. A (velha) história: na perspectiva do oceano, (qualquer) praia é uma ínfima porção, e então Pinhal é igual a Waikiki...

 

Não é fácil, contudo, manter a ideia do todo, ou o grande plano, podemos dizer, enquanto o dia a dia tenta nos atrapalhar com suas questões comezinhas.

 

É uma luta diária.

 

Até.

sábado, março 30, 2024

Sábado (e você já conhece?)

Qual é o Tom?
 

O nosso novo projeto?

Um podcast / programa / talk show no conceito Phygital, presencial e online, apresentado, gravado e transmitido todas as segundas-feiras diretamente da School of Rock Benjamin POA, que nos apoia e patrocina.

Vale conhecer e seguir o canal no You Tube e Instagram.

Te esperamos lá.

Abraço e Boa Páscoa.

Até.

 

domingo, março 10, 2024

A Sopa

Dez de março, e tudo bem. 

No creo em brujas, pero...

 

Não sou supersticioso, de verdade. Também não acredito em astrologia, simpatias, e em uma variedade de outras crenças ou pseudociências. Sou completamente racional, neste sentido. Mas não deixo de reparar certas coincidências e acasos.

 

O mês de março, por exemplo.

 

Março, mês que precede o meu aniversário, no início de abril, é o mês que vem a seguir do verão, dos meses de janeiro e fevereiro, período em que normalmente fazemos algum período de férias e com certa frequência viajamos. Por serem meses mais leves, de certa forma, eu costumava aumentar a intensidade das atividades físicas (feitas o ano todo, que fique claro). 

 

Talvez relacionado a isso, a esse aumento da intensidade da atividade física, ou não, o mês de março tem se caracterizado por, digamos, intercorrências de saúde que acontecem comigo, e que – junto com uma desorganização minha, confesso – tem impedido que eu possa comemorar o meu aniversário com meus amigos, de fazer uma festa, como venho querendo fazer há algum tempo. Ou é pela pandemia ou sou eu quem não está em condições de faze...

 

O ano de março de 2021, o pior mês da pandemia aqui no Sul do Mundo, começou com uma queda minha em plena madrugada quando havia saído da cama para ir ao banheiro, resultando numa peregrinação por hospitais de Porto Alegre que terminou no Hospital de Pronto Socorro para suturar o corte na parte posterior da minha cabeça e uma tomografia computadorizada de crânio pra avaliar o trauma de crânio. Seguiu-se a isso um episódio de vertigem que resultou em ressonância de coluna cervical, a descoberta de uma arritmia e uma estudo eletrofisiológico (cateterismo) até a conclusão de que estava tudo bem e eu pudesse voltar a pedalar normalmente.

 

O ano seguinte, 2022, ano em que completei cinquenta anos, ainda em tempos de pandemia, e a incerteza de como estaria a situação quando do meu aniversário resultou em não fazer a grande festa que eu estava planejando. Em paralelo a isso, durante a viagem de férias de caro para o Uruguai em fevereiro, comecei com dores em região cervical, e ombro (escápula) esquerdo. Passei a viagem tomando anti-inflamatórios e relaxantes musculares. Na volta, já em março, descobri uma hérnia de disco cervical que me obrigou a passar três semanas usando um colar cervical. Tudo certo, retornei ao exercício após o período de repouso. Segue a vida.

 

Passa o tempo, e em dezembro do mesmo 2022, vou jogar futebol com o pessoal do hospital e, com vinte minutos de jogo, tenho que sair do jogo por dor em região lombar intensa. Mal conseguia me abaixar. Medicamentos, alongamentos, e fiquei melhor. Tive ainda alguns episódios de dor durante a viagem de férias eu fizemos à Itália, mas nada demais.

 

Entrou março de 2023 e dia 14, estive em São Paulo para um show e acabei ficando oito horas seguidas de pé. Na volta para casa, as dores pioraram MUITO, e fiz uma ressonância de coluna lombar. Diagnóstico de hérnia de disco lombar, que foi seguido com uma noite infernal de dor em que fiquei boa parte da noite deitado no chão da sala sem conseguir me levantar e uma cirurgia dois dias depois que “tirou a dor com a mão”. Três semanas em casa no pós-operatório e mais uma festa de aniversário abortada.

 

Criou-se (criei) então a lenda de que o mês de março era o problema, como se isso existisse. Bobagem, claro, confirmada por uma queda de bicicleta com perda de memória, fratura no braço direito e cirurgia para colocação de placa... em outubro!

 

Chegou março novamente, chegamos ao dia dez sem nenhum problema até aqui, e com a decisão de ainda não voltar a pedalar até abril...

 

Vai saber...

 

... las hay.

 

Até.

sábado, março 09, 2024

domingo, fevereiro 25, 2024

A Sopa

Eu iria escrever que estava de volta, mas – na verdade – nunca saí daqui, apesar de que esse ano tem sido meio pobre em escritos, confesso, e você, prezado leitor, certamente notou isso.  Explico, porque não é desleixo ou outra razão. 

Entre os projetos que fiz para esse ano, e que foram colocados em execução desde o início de janeiro, está o de finalmente publicar o meu primeiro livro de crônicas. O plano é reunir as melhores crônica publicada aqui nesse espaço nos último vinte anos, organizá-las, e lançar um livro ao longo desse ano. Sempre me disseram que eu deveria fazê-lo, então chegou a hora.

 

O que venho fazendo, desde o início do ano, seguindo um cronograma que fiz e que terminará com a publicação e o lançamento do livro, é selecionar as potenciais crônicas, relê-las, reescrevê-las conforme necessário, abandonar as que acho que não são próprias a isso. Sistematizar por temáticas (o que – talvez – possa resultar em mais de um livro, vai saber). Após selecionadas e revisadas, pretendo iniciar, entre março e abril, a viabilizar a publicação.

 

Não sei a melhor forma de fazê-lo ainda.

 

Conversar com editoras, publicar independente por minha conta, fazer um financiamento coletivo, todas as possibilidades estão abertas. Dois pontos estão definidos, contudo: será – num primeiro momento – um livro físico, e eu gostaria MUITO de lançá-lo e poder ter uma sessão de autógrafos na Feira do Livro, em outubro.  

 

Vamos ver.

 

Posso contar com a tua parceira?

 

Até.

 

PS – Enquanto isso, em paralelo, seguem os eventos da School of Rock Benjamin POA. Março começa com um show no Parcão no dia 09/03, com o Semana da Guitarra, entre 11 e 15/03, o School Day no final de semana de 16 e 17/03. Mais informações em muito em breve.

 

Abraço!

sábado, fevereiro 17, 2024

Sábado (e é hoje!)


Hoje, no Ramblas, em Atlântida, vamos a mais um show da School of Rock Benjamin POA. Teremos Rock 101, a Banda dos Adultos 2 (os mais velhos, eu incluso) e a House Band (com a Marina).

Vai ser uma festa legal.
Bora lá?

Até.

domingo, janeiro 28, 2024

A Sopa

 Sobre o Pensar e o Fazer

Entre os defeitos que sempre reconheci como meus, e abstraindo aqueles aos quais é necessário um olhar externo e isento para serem reconhecidos, preciso falar de dois: a (pouca ou falta de) disciplina e a dificuldade em superar a inércia e executar planos e projetos.

 

Quando falo que o tema disciplina (no sentido de constância, persistência, perseverança) sempre foi um problema, nesse momento falo em termos de passado, porque arduamente venho conseguindo vencer essa dificuldade ao longo dos últimos anos, com avanços e recuos estratégicos, como amiúde acontece em diferentes batalhas. E posso citar alguns exemplos recentes ou nem tão recentes assim, e me refiro aqui inicialmente a questões profissionais, por exemplo.

 

A medicina exige constante estudo e atualização, como todos sabem, e estabelecer uma rotina disciplinada de leituras e estudos de temas médicos e científicos ainda hoje é desafiador, porque requer dedicar um tempo em meio à corrida da vida diária, em meio às diferentes atividades que requerem minha atenção todos os dias, para parar e ler um artigo médico, revisar algum tema de interesse. Já usei diferentes estratégias para alcançar esse objetivo, e essas estratégias vão mudando ao longo do tempo. E é a mesma coisa com outros tipos de leituras.

 

Só que o desafio, a dificuldade é ainda maior. Arranjar um tempo, por menor que seja, para ler literatura tem sido difícil, e as redes sociais têm grande parte dessa culpa. Sim, a culpa é minha, que me deixo levar e perco um tempo demasiado grande nelas. Provavelmente esteja aí o meu maior desafio atualmente, mas é um dos objetivos traçados: reduzir um pouco o tempo online perdido em redes sociais. Tenho tido “vitórias” quando o assunto é disciplina, contudo, e falo com relação à atividade física.

 

Durante muito tempo, quis e não consegui “encaixar” um período do meu dia, ou da minha semana, para a realização de atividades físicas, e me frustrava com isso. Sempre soube da importância, sempre gostei, mas não conseguia começar e – quando começava – não tinha a disciplina de seguir. Tudo dificultava, e o período em que atuava em diversas frentes, com viagens semanais, inclusive, tornavam virtualmente impossível dedicar algum tempo a isso. Até que encerrei algumas dessas atividades (e outras foram encerradas antes do que eu imaginava) e tive maior tempo disponível para mim. Foi quando comecei a pedalar, há cinco anos, aos poucos, evidentemente.

 

Durante seis meses pedalando, mas limitado pela meteorologia, pelo clima no Sul do Mundo, sabendo que precisava mais, procurei uma academia para fazer também atividades de musculação, até que encontrei. Seis meses fazendo academia, três vezes por semana, junto com o pedalar, e inicia a pandemia de coronavírus. Todos em casa, inicialmente tudo fechado. Foi quando descobri o meu lado disciplinado: mesmo em casa, permaneci fazendo os treinos diários enviados pelos professores da academia por WhatsApp, e segui assim após reabrir a academia, inicialmente clandestinamente e após regularmente. Foi na atividade física que me conheci definitivamente disciplinado e persistente, e isso gerou a confiança de expandir isso para outros “setores” da vida, como o trabalho e a música. 

 

Disciplina é liberdade.

 

Mas eu falava de defeitos meus, e outro grande defeito, ou dificuldade, que tenho é que sou alguém que tenho a tendência a ter grandes ideias, grandes planos e uma certa dificuldade de pô-los em prática. Já tive sacadas geniais que nunca avançaram por uma certa falta de iniciativa, de esperar o momento ideal, de achar que teria que estar tudo pronto e perfeito para começar. Vencer essa inércia, de sair do plano para a ação, o maior desafio.

 

Porém, como no caso da disciplina, que venho modesta, humilde e arduamente superando, a dificuldade em passar dos planos para as ações começa a ser encarada de frente, e os frutos devem surgir em breve, eu espero.

 

Novidades no horizonte.

 

Até.  

sábado, janeiro 27, 2024

Sábado (e é semana que vem!)


É sábado que vem, 03/02, em Atlântida, litoral norte gaúcho.

School of Rock Benjamin POA, com seus grupos Performance e Adultos ('jovens'), além da primeira apresentação da nossa House Band.

Vai ser MUITO legal.

Sábado, 03/02/2024. SEMANA QUE VEM.

Até.

 

sábado, janeiro 20, 2024

Sábado (e encontros e conversas)

Eu, Tchê Gomes, Frank Jorge e Thiago Vitla


Dia do Compositor, 15/01.
Conversamos e, mais importante, ouvimos Frank Jorge na útlima segunda-feira.
School of Rock Benjamin POA.

Bom sábado a todos.

Até.

 

domingo, janeiro 14, 2024

A Sopa

A Primeira Sopa

 

Ainda antes desse blog, surgido em 2004 logo antes de eu me mudar temporariamente para o Canadá, havia ‘A Sopa’, semanário enviado por e-mail para um grupo de “assinantes”. Surgiu logo após a 5ª Sopa de Ervilhas Anual do Marcelo, no longínquo ano de 2001. Abaixo, a primeira edição com esse nome, ‘A Sopa’, porque antes um pouco eu enviava e-mails chamados de ‘Sopa News’, com notícias em preparação às Sopas que viriam. Foi enviada em 30 de julho de 2001.

 

Hoje é segunda-feira, no sábado foi a 5ª Sopa e você deve estar se perguntando se eu não tenho mais o que fazer do que ficar brincando de escrever um jornalzinho na Internet. Talvez não tenha, ou considere esta uma das coisas que DEVO fazer. O importante é que a ideia é transformar o antes denominado "Sopa News" neste A Sopa, um semanário eletrônico que servirá para atualizar as pessoas sobre a Banda da Sopa, as atualizações no site da banda, e - também - no site dos Perdidos na Espace. Este último, que fala de mais um dos meus vícios, junto com a música, as leituras e a escrita, viajar.

 

Falando um pouco da 5ª Sopa de Ervilhas Anual do Marcelo, que se realizou sábado, dia 28/07, no Veleiros do Sul. É possível dizer que deu tudo certo: a preparação, a sopa em si, e o show da Banda. Novamente, e como sempre, não teria conseguido fazer tudo sem a ajuda fundamental da Jacque, grande parceira e coautora do evento, apesar de o seu nome não constar nos créditos. Agradeço sua colaboração publicamente neste espaço que não é tão público quanto eu gostaria...

 

Em termos de público presente, foi o maior evento desde a sua criação, em 1996, quando oito pessoas serviram de cobaia para a primeira vez que eu fazia uma sopa de ervilhas. Contabilizamos, sem contar as crianças abaixo de cinco anos, 44 pessoas, o público por mim esperado, apesar de terem sido convidadas mais de 80 pessoas. Esta diferença entre os convidados (com antecipação e confirmação de cerca de 60 pessoas) e os presentes leva a uma pergunta: é o frio, o sábado de noite, o desconhecimento do evento, outros compromissos ou a pouca consideração pelo anfitrião o motivo das faltas? Talvez um pouco de tudo, talvez existam outras razões, não importa nem um pouco. O que importa são aqueles que saíram de casa num sábado à noite de muito frio para se sentarem em torno de uma mesa entre amigos, conversar, rir e se esquentar com uma sopa quente.

 

Porque a Sopa de Ervilhas Anual do Marcelo é para ser isso: uma grande confraternização de amigos que, se por alguma razão não se encontram mais vezes, pelo menos na Sopa se reúnem. E se alguém precisa tomar a iniciativa de fazer esta reunião, ótimo que seja eu. A satisfação de ver todos reunidos na Sopa compensa todo o desgaste físico da sua preparação, que começa meses antes e incluiu a definição do lugar, número de convidados, ensaios da Banda, convites, confirmações, compra dos ingredientes e bebidas e a preparação.  A preparação começa na véspera, cozinhando as carnes, picando salsinha e os ovos e, no dia, quando chegamos lá 6 horas antes dos primeiros convidados para terminar de fazer a Sopa, arrumar as mesas, montar a estrutura do show e passar o som.

 

Pode ter sido esta a última, e sempre é assim, porque esta é outra das marcas da Sopa: o importante é a de hoje, sei lá se vai haver de novo no próximo ano. Se não houver, o que ficará será a ótima impressão que esta deixou. Por isso que a cada ano está melhor, maior e mais divertida.

 

E devemos tudo isso aos amigos, que são o que há de mais importante no mundo, junto com a tradição, a família e a propriedade...  ;-) 

 

Valeu mesmo e quem sabe ano que vem tem de novo.

 

Até semana que vem.


sábado, janeiro 13, 2024

sábado, janeiro 06, 2024

Sábado (e por aí)

 20barra9


        Um almoço dos dias de recesso...
        Bom sábado a todos.

        Até.