Já há algum tempo, e como muitos por aí, assisto muito mais ao streaming do que à televisão convencional, digamos assim. Sou do tempo em que existia apenas a tevê aberta, com seus poucos canais disponíveis, a RBS TV (subsidiária da Globo), a Bandeirantes, a TVE, o SBT, a Manchete (depois Rede TV) e a TV Guaíba, que hoje em dia é Record. Era isso, e nos verões no litoral norte do RS ficávamos praticamente restritos à programação da Globo.
Com o tempo, a TV a cabo foi substituindo a tevê aberta (para mim). Eram muito mais canais que – com o tempo – foram aumentando em termos de disponibilidade. Séries, sitcons, filmes variados, um mundo se abriu. Quando surgiu a possibilidade de deixar gravado os programas, ficou ainda melhor, já não éramos tão “presos” aos horários de transmissão. Warner Channel e Sony estavam entre os favoritos.
Mas a Internet, e as Smarts TVs, mudaram tudo, e o streaming colocou ainda mais opções na mão. Além disso, agora podemos acessar o You Tube na televisão. É muito bom (confissão de velho...)!
Então dizia que já quase não assisto televisão.
O You Tube é minha primeira opção quando me sento em frente à tela. Mais especificamente, e isso já vem por um bom tempo, vídeos de casas antigas sendo reformadas pelos próprios donos. Desde casas muito baratas na Sicília ou uma ‘ruína’ sendo transformada em lugar habitável na Costa Amalfitana, até uma propriedade de mais de quarenta anos comprada com tudo dentro em Idaho, nos Estados Unidos. Reafirma minha vontade de comprar uma casa velha e reformá-la eu mesmo, mas – como todos já deveriam saber – eu sou um guri de apartamento, não seria capaz... Ou talvez não tenha surgido a oportunidade e o momento para isso, sei lá.
Além desses vídeos, desde o final de março, quando voltamos da viagem que passou por Nova York, ando fixado em vídeos de apartamentos em Manhatan. Principalmente pelas vistas da cidade que esses locais apresentam. São apartamentos de quatro ou cinco milhões de dólares que evidentemente nunca vou comprar, mas que seriam lugares muito legais de morar. Acima desses valores, não olho, como – por exemplo – o apartamento mais caro do mundo, que custa duzentos e cinquenta milhões de dólares. Por uma questão de princípios.
É muito dinheiro, jamais pagaria isso por um apartamento...
Até.
