As ideias, as inspirações, estão por aí, etéreas, no ar, esperando para serem transformadas em realidade. Não adianta absolutamente nada ser a pessoa mais criativa do mundo se isso não for traduzido em algo do mundo real, concreto.
Vale para ideias de negócios, vale para a arte, vale para o que imaginarmos... Ideias não postas no papel e não executadas não servem de nada. Não só isso, se demorarmos muito para executá-las, alguém pode ter a mesma ideia e seguir em frente. É da vida.
Voltei a pensar nisso ao assistir – nos últimos dias – em dois momentos diferentes, falada por dois grandes nomes do standup brasileiro, a mesma coisa que falo há anos sobre a ‘Zona de Conforto’. Sobre como é bom estar na chamada zona de conforto e a pergunta sobre qual a razão para sair dela. A mesma abordagem. Fui pesquisar e descobri um texto meu publicado no blog em 2022 falando disso, com esse enfoque.
Não estou dizendo que sou o autor original e nem que copiaram ou plagiaram uma ideia minha. Claro que não. Até porque – se pensarmos um pouco – essa ideia parece óbvia.
Vejo como justamente aquela coisa de que a ideia está aí, no ar, esperando que alguém a coloque no papel, e a divulgue.
Isso é o legal da arte, da vida.
Até.