Hoje tem sopa. E Sopa, a Sopa de Ervilhas Anual do Marcelo, que é também o III Encontro de Blogueiros e Simpatizantes de Toronto.
Estou saindo de casa daqui a pouco para começar a preparação.
De todas as músicas que a Banda da Sopa já tocou nas várias edições em que participou, duas são - na minha opinião - as que são mais se características da Banda (ambas gravadas por nós em CD) e da Sopa. São elas 'Primavera'(Cassiano / Sílvio Rochael), clássica interpretação do Tim Maia, e 'Vinte e Nove' (Legião Urbana), do disco "Descobrimento do Brasil".
Com vocês, Primavera.
Primavera
A Quando o inverno chegar
Eu quero estar junto a ti
Pode o outono voltar
Que eu quero estar junto a ti
Eu (é primavera)
Te amo (é primavera)
Te amo meu amor
Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Meu amor...
Hoje o céu está tão lindo (vai chuva)
Hoje o céu está tão lindo (vai chuva)
Crônicas e depoimentos sobre a vida em geral. Antes o exílio; depois, a espera. Agora, o encantamento. A vida, afinal de contas, não é muito mais do que estórias para contar.
sábado, maio 07, 2005
sexta-feira, maio 06, 2005
Quase lá
Amanhã é a Sopa.
Hoje, fomos a Ana Raquel, o Heitor e eu comprar os ingredientes. Foi interessante, porque nos conhecemos pessoalmente no saguão do edifício onde moro, e provavelmente só souberam quem eu era porque eu carregava uma panela nas mãos...
Fizemos as compras e conversamos, primeiro parados em pé em pleno supermercado e depois sorvendo um mate aqui na sala de casa, o que os configura como as primeiras visitas que recebi aqui em Toronto (considerando que a Jacque é dona da casa também, mas apenas vem aqui com um frequência menor). O Heitor evitou o chimarrão, mas a Ana e eu tomamos vários enquanto coversávamos sobre as decisões que tomamos na vida, onde elas nos levam e o por quê delas.
Falamos também de viagens, esse vício que pelo visto compartilhamos desde a admissão que somos adictos a ele. Depois, falamos de lugares. Grécia, Itália, e a sensação de estar num local com mais de dois mil anos de história. De saber que somos uma pequena parte do todo, e existem muitas coisas que ainda não sabemos e que vale a pena procurar saber.
Foi o começo do final de semana da sopa.
E já está valendo.
Até.
Hoje, fomos a Ana Raquel, o Heitor e eu comprar os ingredientes. Foi interessante, porque nos conhecemos pessoalmente no saguão do edifício onde moro, e provavelmente só souberam quem eu era porque eu carregava uma panela nas mãos...
Fizemos as compras e conversamos, primeiro parados em pé em pleno supermercado e depois sorvendo um mate aqui na sala de casa, o que os configura como as primeiras visitas que recebi aqui em Toronto (considerando que a Jacque é dona da casa também, mas apenas vem aqui com um frequência menor). O Heitor evitou o chimarrão, mas a Ana e eu tomamos vários enquanto coversávamos sobre as decisões que tomamos na vida, onde elas nos levam e o por quê delas.
Falamos também de viagens, esse vício que pelo visto compartilhamos desde a admissão que somos adictos a ele. Depois, falamos de lugares. Grécia, Itália, e a sensação de estar num local com mais de dois mil anos de história. De saber que somos uma pequena parte do todo, e existem muitas coisas que ainda não sabemos e que vale a pena procurar saber.
Foi o começo do final de semana da sopa.
E já está valendo.
Até.
quinta-feira, maio 05, 2005
Bob & Bono
Na primeira parte de sua auto-biografia, intitulada Chronicles Volume One, Bob Dylan conta a respeito de uma noite em que o Bono Vox, vocalista do U2 – show aqui em Toronto dia 14/09 comigo presente – foi jantar na casa dele e ficaram conversando até madrugada. Fiquei imaginando como terá sido.
Se não me engano, nessa época Dylan morava em Rhode Island, não muito longe de Nova York, com certeza perto do mar. Imagino sua casa num típico subúrbio norte-americano, muito verde à volta, uma cozinha com grande janelas que dão para o pátio, nos fundos da casa. Talvez o piso de madeira, uma grande mesa. Um pouco mais ao fundo, o mar.
Noite, a visão que se tem de dentro da cozinha é quase que inteiramente escuridão. Bono havia trazido um caixa de Guiness, a cerveja irlandesa. De todos os que jantaram, a última a sair foi a Sra Bob Dylan, que se despediu dizendo que precisava dormir e perguntando ao marido se ele ia demorar muito para subir, e ele respondeu que logo iria se juntar a ela.
Horas depois, estão os dois ainda sentados em volta da mesa conversando. Quem somos, para onde vamos, qual o sentido da vida. Questões que brotam numa noite de inverno após algumas cervejas. Talvez tenham querido escrever alguma música juntos, mas acharam melhor não.
Com a palavra, Bob Dylan.
“… Spending time with Bono was like eating dinner on a train – feels like you’re moving, going somewhere. Bono’s got the soul of an ancient poet and you have to be careful around him. He can roar ‘til the earth shakes. He’s also a closet philosopher… We were talking about things that you talk about when you’re spending the winter with somebody…”
Até.
Se não me engano, nessa época Dylan morava em Rhode Island, não muito longe de Nova York, com certeza perto do mar. Imagino sua casa num típico subúrbio norte-americano, muito verde à volta, uma cozinha com grande janelas que dão para o pátio, nos fundos da casa. Talvez o piso de madeira, uma grande mesa. Um pouco mais ao fundo, o mar.
Noite, a visão que se tem de dentro da cozinha é quase que inteiramente escuridão. Bono havia trazido um caixa de Guiness, a cerveja irlandesa. De todos os que jantaram, a última a sair foi a Sra Bob Dylan, que se despediu dizendo que precisava dormir e perguntando ao marido se ele ia demorar muito para subir, e ele respondeu que logo iria se juntar a ela.
Horas depois, estão os dois ainda sentados em volta da mesa conversando. Quem somos, para onde vamos, qual o sentido da vida. Questões que brotam numa noite de inverno após algumas cervejas. Talvez tenham querido escrever alguma música juntos, mas acharam melhor não.
Com a palavra, Bob Dylan.
“… Spending time with Bono was like eating dinner on a train – feels like you’re moving, going somewhere. Bono’s got the soul of an ancient poet and you have to be careful around him. He can roar ‘til the earth shakes. He’s also a closet philosopher… We were talking about things that you talk about when you’re spending the winter with somebody…”
Até.
quarta-feira, maio 04, 2005
Tudo bem, todos bem
Seja lá o que for que tenha parecido que eu quis dizer ontem, não era nada disso. Questões internas, apenas. Alguns pensamentos perdidos, sensações diversas. Tudo sob controle.
De volta à Terra, muitos assuntos aos quais devo me dedicar.
#
O primeiro deles, sábado, a Sopa de Ervilhas Anual do Marcelo, que vai ser o III Encontro de Blogueiros e Simpatizantes de Toronto.
Tudo organizado, compras na sexta-feira e cozinha no dia, desde cedo da tarde.
Vai ser bem legal.
#
Por aqui, parece que é inevitável que vá haver eleições ainda no verão. A oposição conservadora, liderada pelo pouco simpático, de jeito afetado, sem carisma e contra o casamento homossexual afirmando que o próximo passo será a poligamia Stephen Harper parece ter os votos necessários – junto com o bloco de Quebec – para colocar em votação uma moção para derrubar o governo do primeiro-ministro Paul Martin.
As pesquisa mostram que as o pessoas não querem eleições, mas parece que não vai surgir solução alternativa.
Eu? Não me afeta em nada.
Mas é bem melhor do que ficar comentando o que falam o Presidente da República e Presidente da Câmara dos Deputados. Aliás, não parece que o Brasil tem problemas bem mais sérios com o que se preocupar do que ficar discutindo o que um Severino Cavalcanti falou ou não?
#
Não sei vocês, mas estou sentindo uma vontade crescente de visitar o novo Papa. Ou a Capela Sistina, a Trinitá dei Monti, e a Piazza Navona…
Religião?
Não, viagem…
De volta à Terra, muitos assuntos aos quais devo me dedicar.
#
O primeiro deles, sábado, a Sopa de Ervilhas Anual do Marcelo, que vai ser o III Encontro de Blogueiros e Simpatizantes de Toronto.
Tudo organizado, compras na sexta-feira e cozinha no dia, desde cedo da tarde.
Vai ser bem legal.
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Por aqui, parece que é inevitável que vá haver eleições ainda no verão. A oposição conservadora, liderada pelo pouco simpático, de jeito afetado, sem carisma e contra o casamento homossexual afirmando que o próximo passo será a poligamia Stephen Harper parece ter os votos necessários – junto com o bloco de Quebec – para colocar em votação uma moção para derrubar o governo do primeiro-ministro Paul Martin.
As pesquisa mostram que as o pessoas não querem eleições, mas parece que não vai surgir solução alternativa.
Eu? Não me afeta em nada.
Mas é bem melhor do que ficar comentando o que falam o Presidente da República e Presidente da Câmara dos Deputados. Aliás, não parece que o Brasil tem problemas bem mais sérios com o que se preocupar do que ficar discutindo o que um Severino Cavalcanti falou ou não?
#
Não sei vocês, mas estou sentindo uma vontade crescente de visitar o novo Papa. Ou a Capela Sistina, a Trinitá dei Monti, e a Piazza Navona…
Religião?
Não, viagem…
terça-feira, maio 03, 2005
Erguei as mãos…
Nunca fui muito fã da expressão “deixar nas mãos de Deus”.
Sempre me deu a impressão de que era uma desculpa para uma atitude passiva perante as diversas situações em que nos vemos envolvidos. Algo como ficar esperando que os outros, ou as circunstâncias, resolvam o que não podemos resolver. Mas talvez não seja exatamente assim, admito.
Lá no início dos anos noventa, estudante de medicina e paciente de um neurocirurgião devido ao acidente com traumatismo crânioencefálico, coma, estada na UTI, etc, um dia saí do hospital e caminhei até o Instituto de Biociências da PUCRS para conversar com o neurocirurgião, professor de neuroanatomia e meu médico. O assunto, minha inconformidade com o fato de ter que tomar medicação diariamente. Bobagem, claro, mas eu tinha dezoito anos, e devem ser perdoadas certas inconformidades que se tem aos dezoito anos.
Mas dizia eu que fui conversar com o meu professor e por circunstância médico sobre o tratamento que eu fazia, que simplesmente era tomar um comprimido uma vez ao dia para afastar a possibilidade de ter crises convulsivas, fato possível após um traumatismo craniano com hemorragia cerebral, digamos assim. Simples e fácil, mas eu me queixava mesmo assim.
Foi então que ele me disse que “na vida, existem dois tipos de situações: as que podemos mudar e as que não podemos mudas; para as primeiras, devemos fazer todo o possível para que fiquem como gostaríamos e, com as segundas, não vale a pena se estressar ou lutar contra: não dependem de nós”. E ele estava certo.
Por esses dias, passo por situação semelhante: algumas coisas podem acontecer e que não dependem de nada que eu faça. Além disso, independente do que acontecer, tudo vai estar bem. Então, o melhor agora é “deixar nas mãos de Deus”.
Até.
Sempre me deu a impressão de que era uma desculpa para uma atitude passiva perante as diversas situações em que nos vemos envolvidos. Algo como ficar esperando que os outros, ou as circunstâncias, resolvam o que não podemos resolver. Mas talvez não seja exatamente assim, admito.
Lá no início dos anos noventa, estudante de medicina e paciente de um neurocirurgião devido ao acidente com traumatismo crânioencefálico, coma, estada na UTI, etc, um dia saí do hospital e caminhei até o Instituto de Biociências da PUCRS para conversar com o neurocirurgião, professor de neuroanatomia e meu médico. O assunto, minha inconformidade com o fato de ter que tomar medicação diariamente. Bobagem, claro, mas eu tinha dezoito anos, e devem ser perdoadas certas inconformidades que se tem aos dezoito anos.
Mas dizia eu que fui conversar com o meu professor e por circunstância médico sobre o tratamento que eu fazia, que simplesmente era tomar um comprimido uma vez ao dia para afastar a possibilidade de ter crises convulsivas, fato possível após um traumatismo craniano com hemorragia cerebral, digamos assim. Simples e fácil, mas eu me queixava mesmo assim.
Foi então que ele me disse que “na vida, existem dois tipos de situações: as que podemos mudar e as que não podemos mudas; para as primeiras, devemos fazer todo o possível para que fiquem como gostaríamos e, com as segundas, não vale a pena se estressar ou lutar contra: não dependem de nós”. E ele estava certo.
Por esses dias, passo por situação semelhante: algumas coisas podem acontecer e que não dependem de nada que eu faça. Além disso, independente do que acontecer, tudo vai estar bem. Então, o melhor agora é “deixar nas mãos de Deus”.
Até.
segunda-feira, maio 02, 2005
A Volta da Boneca Morta
Não, não é enredo para uma história de terror.
E também não é porque a boneca morta motivou um número recorde de visitas ao blog quando foi originalmente publicada sua história e sua foto. Estou ressucitando a boneca morta porque é necessário que se apresente o outro lado da questão. É hora de vocês conherem um outro ponto de vista.
Eu ia colocar aqui a versão da própria boneca morta, se justificando tanto como suicida – suponho que ela tenha se matado – como também, vamos dizer assim, brinquedo. Mas seria um texto de ficção, e não é a intenção hoje.
Antes de mais nada, para quem pegou o bonde andando: eu contei a história da boneca morta no começo de abril, justamente quando viajei ao Brasil e, na minha bagagem, levei comigo a Boneca Morta para entregá-la à sua dona, a Laura, filha da Adriana, conterrânea porto-alegrense que – ao contrário de mim – mora em definitivo aqui no Canadá. Pois é, levei a boneca comigo e, aproveitando o ensejo, criei uma história (crônica) sobre o fato. A reação foi significativa. Todos os que comentaram no blog acharam ela horrível, macabra (coloquei foto, inclusive).
Quase um mês depois da minha viagem – que hoje faz um mês – na semana passada, eu e a Adriana fomos juntos um shopping aqui em Toronto e, conversando no carro, contei a ela que a história tinha feito um enorme sucesso, e fiquei de mandar por email para ela o endereço do blog (que não conhecia) para ela mostrar para a Laura. Bom, é uma história que não vem ao caso, mas a Adriana mora aqui e suas duas filhas moram - por enquanto - em Porto Alegre. E a Adriana estava indo justamente visitá-la essa semana.
Chegando lá, mostrou para a Laura que adorou a história e deixou uma comentário sobre o assunto, que reproduzo abaixo o comentário dela, o outro lado da história.
“EU SOU A DONA DA BONECA!!!! E GANHEI DA MINHA MÃE (QUE É PSIQUIATRA) E SÓ PARA O CONHECIMENTO DE OUTROS, AS CRIANÇAS GOSTAM!!!!! AAAAHHH, VAI DIZER, ELA É LINDA!! POXA, PROVAVELMENTE ELA FOI DEIXADA NO ALTAR.… COITADA NÉ? EII PORQUE VOCÊS NÃO VÃO NO SITE (http://www.livingdeaddolls.com/) E PEDEM PARA O MARCELO TRAZER?
hehehe... ficou suuper legal a foto marcelo!!!”
E vocês, o que acham da história, agora que conhecem os dois lados?
E também não é porque a boneca morta motivou um número recorde de visitas ao blog quando foi originalmente publicada sua história e sua foto. Estou ressucitando a boneca morta porque é necessário que se apresente o outro lado da questão. É hora de vocês conherem um outro ponto de vista.
Eu ia colocar aqui a versão da própria boneca morta, se justificando tanto como suicida – suponho que ela tenha se matado – como também, vamos dizer assim, brinquedo. Mas seria um texto de ficção, e não é a intenção hoje.
Antes de mais nada, para quem pegou o bonde andando: eu contei a história da boneca morta no começo de abril, justamente quando viajei ao Brasil e, na minha bagagem, levei comigo a Boneca Morta para entregá-la à sua dona, a Laura, filha da Adriana, conterrânea porto-alegrense que – ao contrário de mim – mora em definitivo aqui no Canadá. Pois é, levei a boneca comigo e, aproveitando o ensejo, criei uma história (crônica) sobre o fato. A reação foi significativa. Todos os que comentaram no blog acharam ela horrível, macabra (coloquei foto, inclusive).
Quase um mês depois da minha viagem – que hoje faz um mês – na semana passada, eu e a Adriana fomos juntos um shopping aqui em Toronto e, conversando no carro, contei a ela que a história tinha feito um enorme sucesso, e fiquei de mandar por email para ela o endereço do blog (que não conhecia) para ela mostrar para a Laura. Bom, é uma história que não vem ao caso, mas a Adriana mora aqui e suas duas filhas moram - por enquanto - em Porto Alegre. E a Adriana estava indo justamente visitá-la essa semana.
Chegando lá, mostrou para a Laura que adorou a história e deixou uma comentário sobre o assunto, que reproduzo abaixo o comentário dela, o outro lado da história.
“EU SOU A DONA DA BONECA!!!! E GANHEI DA MINHA MÃE (QUE É PSIQUIATRA) E SÓ PARA O CONHECIMENTO DE OUTROS, AS CRIANÇAS GOSTAM!!!!! AAAAHHH, VAI DIZER, ELA É LINDA!! POXA, PROVAVELMENTE ELA FOI DEIXADA NO ALTAR.… COITADA NÉ? EII PORQUE VOCÊS NÃO VÃO NO SITE (http://www.livingdeaddolls.com/) E PEDEM PARA O MARCELO TRAZER?
hehehe... ficou suuper legal a foto marcelo!!!”
E vocês, o que acham da história, agora que conhecem os dois lados?
domingo, maio 01, 2005
A Sopa 04/41
No próximo final de semana, acontece aqui em Toronto o III Encontro de Blogueiros e Simpatizantes, junto com a I Sopa de Ervilhas Anual do Marcelo no Canadá. De Porto Alegre vêm algumas queixas, em parte fundamentadas, de que sopa de ervilhas sem a Jacque e sem a Banda da Sopa não passa de um caldo verde quente.
Digo em parte fundamentadas porque a Sopa, que se chama do Marcelo é, evidentemente, também da Jacque. Sem ela nunca teria existido a Sopa, o evento, pois ela é quem faz boa parte do trabalho de organização, preocupa-se com sobremesa e diversos detalhes que eu toscamente não me daria conta. E é quem faz tudo valer à pena.
Além disso, a Banda da Sopa, inicialmente ‘Banda da Sopa de Ervilhas do Marcelo’ tornou-se parte fundamental do evento, mesmo que tenha surgido apenas na quarta edição. E transcendeu a ele. Por estes dias, já com o violão aqui comigo, temos trocado idéias sobre música e nossos projetos via email.
Ontem, falando com a Jacque via iChat, discutíamos sobre a sopa do próximo final de semana. Perguntava ela como eu ia fazer as coisas, se ia ter “decoração” do salão para a Sopa, que horas eu ia chegar lá para cozinhar, etc. Após ouvir minhas respostas, sentenciou: “Que bom que não vou estar aí, eu ia ficar muito estressada”. Pois é, ela ia mesmo. Eu normalmente não ficava, e não vai ser desta vez que vou. Mas não vai ser simples.
Só para exemplificar: na última sopa que fiz em Porto Alegre, foram cerca de cinqüenta pessoas. E foi numa sexta-feira, o que significava que a Jacque não ia poder me ajudar na preparação porque estaria trabalhando. Eu tirei o dia só para isso. Fui para o local da Sopa, o Veleiros do Sul, e fiquei a tarde toda cozinhando. Só que utilizei a cozinha do restaurante do Veleiros, com seu fogão industrial e um liquidificador imenso.
Aqui vai ser mais complicado. Vamos improvisar um pouco, não tem uma panela grande o suficiente para colocar toda a sopa, etc. Mas tem boa vontade, e o resto a gente dar um jeito. Estou tendo a ajuda de várias pessoas na organização, e que certamente me auxiliarão na preparação.
O mais importante, no entanto, é o espírito do evento. Desde o início eu digo que a Sopa de Ervilhas do Marcelo é para ser uma grande reunião de amigos, uma confraternização, uma celebração. Aqui não vai ser como a original, que vai voltar às suas origens em 2007, provavelmente, porque as pessoas não são as mesmas, mas o espírito, de encontro de amigos, continuará o mesmo.
Digo em parte fundamentadas porque a Sopa, que se chama do Marcelo é, evidentemente, também da Jacque. Sem ela nunca teria existido a Sopa, o evento, pois ela é quem faz boa parte do trabalho de organização, preocupa-se com sobremesa e diversos detalhes que eu toscamente não me daria conta. E é quem faz tudo valer à pena.
Além disso, a Banda da Sopa, inicialmente ‘Banda da Sopa de Ervilhas do Marcelo’ tornou-se parte fundamental do evento, mesmo que tenha surgido apenas na quarta edição. E transcendeu a ele. Por estes dias, já com o violão aqui comigo, temos trocado idéias sobre música e nossos projetos via email.
Ontem, falando com a Jacque via iChat, discutíamos sobre a sopa do próximo final de semana. Perguntava ela como eu ia fazer as coisas, se ia ter “decoração” do salão para a Sopa, que horas eu ia chegar lá para cozinhar, etc. Após ouvir minhas respostas, sentenciou: “Que bom que não vou estar aí, eu ia ficar muito estressada”. Pois é, ela ia mesmo. Eu normalmente não ficava, e não vai ser desta vez que vou. Mas não vai ser simples.
Só para exemplificar: na última sopa que fiz em Porto Alegre, foram cerca de cinqüenta pessoas. E foi numa sexta-feira, o que significava que a Jacque não ia poder me ajudar na preparação porque estaria trabalhando. Eu tirei o dia só para isso. Fui para o local da Sopa, o Veleiros do Sul, e fiquei a tarde toda cozinhando. Só que utilizei a cozinha do restaurante do Veleiros, com seu fogão industrial e um liquidificador imenso.
Aqui vai ser mais complicado. Vamos improvisar um pouco, não tem uma panela grande o suficiente para colocar toda a sopa, etc. Mas tem boa vontade, e o resto a gente dar um jeito. Estou tendo a ajuda de várias pessoas na organização, e que certamente me auxiliarão na preparação.
O mais importante, no entanto, é o espírito do evento. Desde o início eu digo que a Sopa de Ervilhas do Marcelo é para ser uma grande reunião de amigos, uma confraternização, uma celebração. Aqui não vai ser como a original, que vai voltar às suas origens em 2007, provavelmente, porque as pessoas não são as mesmas, mas o espírito, de encontro de amigos, continuará o mesmo.
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