Quando foi que você parou de fazer coisas para provar algo aos outros? Ou para parecer ser algo ou alguém? E para ser aceito?
Sempre gostei o trecho da música da Legião Urbana que diz “quantas chances desperdicei / quando o que eu mais queria / era provar para todo mundo, que eu não precisava provar nada para ninguém”. É mais ou menos isso: durante um bom tempo em nossas vidas, nosso comportamento é consciente ou inconscientemente moldado para a aceitação do grupo do qual fazemos ou queremos fazer parte. Para que possamos pertencer a algo maior que nós.
Até o dia em que decidimos ser ‘apenas’ o que realmente somos. É libertador assim como assustador. É um processo mais ou menos longo, é um caminho que devemos percorrer por nós mesmos, esse do autoconhecimento.
Vale a caminhada.
Até.