Áudios não, por favor.
Desde o advento dos smartphones e aplicativos de mensagens instantâneas e redes sociais, a facilidade de comunicação, de acesso às pessoas, melhorou de forma colossal. A vida certamente ficou mais fácil sob esse ponto de vista. Mas nem tudo são flores, evidentemente. Ainda mais para alguém que preza muito pela linguagem escrita, como eu.
Incomoda muito ser obrigado a ler mensagens mal escritas, com erros grosseiros de gramática, desde concordâncias verbal e nominal até pontuação. Sobretudo pontuação, acima de tudo pontuação. Incomoda a ponto de causar irritação. Mesmo assim, toleramos textos não tão bem escritos (desconto sempre para gírias e abreviações, claro) porque faz parte, tudo certo.
O que incomoda, confesso, são áudios.
E afirmo que entendo a praticidade de se gravar um áudio ao invés de escrever uma mensagem, e que existem situações em que o melhor é fazer dessa forma. Ainda assim, e pode me chamar de rabugento e chato, me desagradam áudios de formal geral. Casos – e pessoas – específicos, tudo certo, sem problemas.
Se é importante, ou urgente, e deve ser falado, não escrito, por favor me liga. Se eu não puder falar na hora, combinamos de ligar depois. Simples assim.
Áudios de WhatsApp não são uma forma pessoal de comunicação, exceções à parte. Ou talvez eu seja uma pessoas mal-humorada mesmo...
Pode ser, pode ser.
Até.