quinta-feira, setembro 21, 2006

No destino

Os Perdidos já estao em seu destino. Assim que der, coloco fotos.

Uma dica: nao é na América do Norte.

Até.

PS - Esse lance do dossiê contra o Serra e o envolvimento do PT: isso é coisa de quadrilha, de máfia. Têm que prender esses caras e acho que nao seria exagero impugnar a candidatura do Lula. Loucura, loucura.ç

Até.

segunda-feira, setembro 18, 2006

Perdidos, 2006

Para onde será que vamos?

Não posso dar dicas.

Alguém tem algum palpite?

Até.

domingo, setembro 17, 2006

A Sopa 06/09

Domingo à noite.

Final de semana agitado, de múltiplos compromissos. De trabalho e sociais. Chego a essa hora do dia e ainda tenho atividades a cumprir, desde escrever essa sopa de todos os domingos até terminar uns projetos para entregar amanhã. Não me queixo, contudo.

Assim como tenho essas atividades todas a cumprir até o final desse domingo que caminha para seus estertores, assuntos exigem de mim reflexão e silêncio. Com esses, lamentavelmente, tenho estado em débito, envolto que estou num turbilhão de atividades que mostram-se mais urgentes na lista de prioridades com que organizo-me mentalmente. Não sem culpa, ficam para depois, afinal o dia só tem vinte e quatro horas e – não mais morando sozinho – retomo ao meu antigo ritmo de sono de antes.

Aliás, acho que não tem a ver com estar morando sozinho ou não: acredito que haja uma relação direta com o colchão em que voltei a dormir. Não quero compará-lo com o que eu dormia em Toronto, afinal de contas não existe o menor termo de comparação… eu já havia me dado conta, há um bom tempo, que eu só percbia como era ruim dormir no sofá-cama em que eu dormia nas vezes em que dormia numa cama de verdade. Aconteceu cada vez que voltei para casa durante o tempo de exílio e também quando eu ficava em algum hotel. A diferença era tanta que eu ficava sinceramente admirado. Ainda assim, gostava de lá, da rotina de morar sozinho. Foi uma experiência boa, apesar de eu ter sempre tido em mente que, sei lá, se eu tivesse um infarto enquanto dormia, eu morreria lá e só me descobririam morto alguns dias depois quando o cheiro do meu cadáver se tornasse insuportável…

Tergiverso, tergiverso.

Pretendia falar sobre a estupidez do voto nulo, ou de por que acho que o Lula não deveria ser reeleito, ou ainda de que a solução para o Brasil é um pouco de intolerância, mas é domingo de noite e ainda tenho muito o que fazer, além do fato que preciso de mais tempo para refletir sobre esses assuntos e idéias.

Fica para outro dia.

Até.

quinta-feira, setembro 14, 2006

Voto Nulo

Estava pensando naquelas pessoas que acham que estão protestando ao votar nulo.

O que elas estão fazendo, na verdade, é assinar um atestado de estupidez.

Nem assinando elas estão, provavelmente porque não sabem escrever. Ou ler. Ou pensar.

Outra hora falo mais sobre isso.

Até.

quarta-feira, setembro 13, 2006

O Que Mata

É a impunidade. E a estupidez.

Desde o surgimento dos controles eletrônicos de velocidade, chamados por aqui de pardais, vozes influentes (colunistas de jornal, deputados, etc) têm se levantado em revolta contra o que sempre chamaram de “indústria da multa”. O argumento principal dessas pessoas é que aquilo está lá apenas para multar, e que a melhor saída é a educação.

Talvez em virtude disso, não estou certo, foi que surgiram placas avisando que haveria, em determinado trecho de uma rodovia, por exemplo, os tais controladores. Todo início de mês, nos jornais, é publicada uma lista de pontos em que fiscais do trânsito estarão controlando a velocidade em cada dia do dito mês. Avançando no afrouxamento da lei, na liberalização de tudo, em breve deverão estar sinalizados os locais onde estão os tais pardais. A mensagem é clara: corra, mas diminua para logo ali na frente que tem controle.

Enquanto isso, a cada fevereiro ou feriado, comemoramos os mortos nas estradas.

Dentro da cidade, o trânsito é terra de ninguém.

Não se respeita o sinal vermelho, estaciona-se onde se bem entende, conversões proibidas são feitas sem o menor pudor ou constrangimento, o pedestre rezar por sua vida ao atravessar uma rua. Ninguém – ou quase ninguém - é inocente.

Sem dúvida, somos muito mal educados.

A resposta para o problema, certamente, está em educação. Os futuros motoristas devem ser “doutrinados” com relação ao respeito à vida, a sua, a dos passageiros e a de todos os outros a sua volta, pedestres ou motorizados. Só que esse é um trabalho para dez, vinte anos. As mortes ocorrem agora, hoje, nesse momento. Para estancar essa sangria (sangue jovem, principalmente, que mancha nossas ruas e avenidas num fluxo contínuo de vidas perdidas), a saída é uma só: uma ação firme e rigorosa de todos, estado e sociedade civil. Esta última deve – como já faz, aliás – insistir nas campanhas de conscientização no trânsito, tentando reduzir essa macabra associação entre o álcool e a direção.

Ao estado, por outro lado, cabe cumprir o seu papel, omisso que é em aspectos vitais da vida social, como segurança, saúde e educação. O estado deve fazer cumprir as leis, e punir com rigor quem descumpri-la. Multa elevada é um dos caminhos. Não pode haver tolerância: o mínimo desrespeito deve ser punido. A dita “indústria multa” é slogan eleitoreiro, afinal – no caso dos controladores eletrônicos de velocidade – só é multado quem ultrapassa o limite permitido por lei naquele trecho.

Sejamos sérios, por favor.

Até.

terça-feira, setembro 12, 2006

Trânsito

Achei que valia a pena deixar "na vitrine" mais tempo o texto que fala sobre o trânsito e impunidade.

Até.

segunda-feira, setembro 11, 2006

Perdidos

Depois de cinco meses, voltei a atualizar o Perdidos na Espace.

A viagem que estou narrando (junto com a Jacque) agora é de 2002, chamada "Alpes e Lagos". O por quê, meio óbvio, está explicado no texto e roteiro. As anteriores a essa, de maio/1999 e dezembro/2000, estão nos arquivos, de outubro/2004 a março/2005 e de março a outubro de 2005, respectivamente.

Confiram lá, tá bem legal (eu, ao menos, acho).

Até.