segunda-feira, outubro 25, 2021

A Sopa

Diversos.

Os dias passam e, de forma permanente, procuro estar sempre atento ao mundo ao meu redor (e interior) em busca de temas, tópicos, os quais vão requerer minha atenção e serão motivo de crônicas semanais, aos domingos ou em algum dia seguinte em que vou publicar essa Sopa que tenta ser semanal. Muitos assuntos pulam em minha frente pedindo atenção e, sinceramente, sinto que merecem ser abordados, mas acabo, ao sentar em frente ao computador, esquecendo o que queria dizer/escrever.

 

Isso ocorre sempre.

 

Deveria anotar as ideias, ou salvá-las de outra forma, mas acabo não fazendo. Por outro lado, são tantos os assuntos que se torna realmente difícil priorizá-los. 

 

A pandemia, por exemplo.

 

Não acabou, todos devemos saber, mas certamente a situação é muito melhor agora que foi meses atrás, graças – acima de tudo - à vacinação. O Brasil tem uma cultura de vacinas muito boa, e – apesar do péssimo exemplo e das falas ridículas do presidente da república – a esmagadora maioria das pessoas está indo se vacinar. Quanto mais pessoas vacinadas, quanto antes estiverem com o esquema completo, mais cedo voltaremos à normalidade, por mais que as coisas já estejam voltando lenta e progressivamente ao normal.

 

Quando tudo parece andar bem, o presidente – num claro desserviço à causa da saúde – faz uma live e diz que as pessoas que estão se vacinando estão pegando AIDS (!). Um absurdo completo, uma afirmação irresponsável. Não é caso de impeachment, é caso de internação psiquiátrica. Depois de todo o trabalho que médicos, pesquisadores e diversos profissionais de saúde estão tendo/tiveram no último ano e meio, desde que a COVID-19 chegou ao Brasil, em tratar, orientar, confortar pacientes e familiares, o presidente comporta-se como o clássico “inimigo na trincheira”, disseminando desinformação, atrapalhando mesmo. Aí ele dá razão à CPI, que o enquadrou em diversos crimes cometidos durante a condução do país durante a pandemia. Aí temos que concordar com o Renan Calheiros!? 

 

Desanima.  

 

Pronto, não quero falar de mais nada...

 

Até.

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