Tenho pensado nos meus amigos.
Não que alguma vez eu tenha deixado de pensar neles, assim, de uma forma geral, e em como participam da vida em maior ou menor intensidade e ou frequência. Como todos, tenho amigos com quem convivo mais e outros (não menos importantes) com quem convivo menos.
E tenho pensado em ambas as situações de amizades, tanto os novos quanto os antigos, com quem tenho uma longa estrada em comum. Um fato que ainda me impressiona é que não imaginava que ainda seria possível fazer novos amigos na fase atual de vida em que estou, não haveria mais disposição e energia mental para criar vínculos fortes e verdadeiros depois da adolescência.
Me enganei.
Tem acontecido, com a música como fator catalisador disso, o que confirma ainda mais o acerto que tive ao me (re) aproximar da música nos últimos anos. Novas e fortes conexões foram criadas, e outras continuam sendo reafirmadas.
Quanto às conexões que persistiram ao longo dos anos, e chegaram até aqui, sabem que são especiais e que as valorizo. Preciso, quero, e vou fazer movimentos para encontros, conversas, momentos juntos e novas histórias.
Até.