domingo, abril 12, 2026

A Sopa

O sábado, ontem, foi como os sábados deveriam ser, pelo menos para mim. Sei que cada um tem seu próprio ideal de final semana, sua própria versão de como as coisas deveriam ser, e que existe o final de semana possível, pois nem sempre (quase nunca?) será como gostaríamos. Trabalho e outros tipos de compromisso comumente se impõem sobre nosso desejo, e seguimos.

 

Uma das escolhas que fiz para mim foi que os finais de semana seriam meus, sempre. Salvo exceções – que sempre podem acontecer – sábados e domingos seriam dias em que não teria compromissos que não fossem de caráter pessoal. Família, amigos, tempo para mim. 

 

E assim tem sido.

 

Como todas as escolhas que se faz na vida, há ganhos e perdas, ônus e bônus, obviamente. Perco dinheiro por não trabalhar mais (como médico) aos finais de semana, e estou confortável com essa ideia. 

 

Falando de ontem, a manhã começou com atividade física, bicicleta pelo tempo estar bom. Trinta quilômetros pedalados, e ainda sentindo que estou retomando o ritmo desde que voltei a pedalar depois do braço quebrado e cirurgia (há mais de dois anos). Depois, supermercado para a semana e volta para casa para fazer o almoço. À tarde, depois de um bom tempo, dormi após o almoço enquanto a Jacque foi dar uma aula em um evento médico.

 

Ao anoitecer, fomos – Marina, Jacque e eu – caminhando até o Parque da Redenção para um Festival de Vinhos que ocorria, mas que, ao chegarmos, já não tinha mais taças e acabamos só passeando e voltando para casa.

 

Foi tranquilo, e bom.

 

Até.