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quarta-feira, novembro 12, 2025

A Feira

Lancei meu segundo livro em julho passado.

 

‘Eu Pai, Eu Filho’, seu título, reúne crônicas escritas ao longo dos anos que tratam justamente desse tema: as experiências, as vivências como pai da Marina e filho do Gilberto e da Tânia. Mais uma vez, são reflexões minhas a respeito da vida (a minha, claro) e da passagem do tempo. Já havia sido em parte assim com o ‘A Sopa no Exilio’. 

 

O lançamento, em um sábado de julho em um café aqui perto de casa, foi bem legal, com a presença de amigos queridos que estiveram lá. Está à venda - o livro, não o café - no site da Editora Bestiário, ali na School of Rock Benjamin, na Associação dos Médicos do Hospital da PUCRS e na Amazon.

 

Pois bem.

 

Hoje às 19h haverá uma sessão de autógrafos na Feira do Livro de Porto Alegre, assim como foi no ano passado. Mais uma vez, vai ser legal, por simbólico. Não imagino – honesta e serenamente - que muitas pessoas estejam presentes, afinal a maioria de quem iria comprar já o fez no lançamento. Quem se fizer presente me fará muito feliz, claro. 

 

Estar lá, na Feira do Livro, autografando mais um livro, o segundo em dois anos, é motivo de uma alegria genuína, pura, mesmo que estejam lá comigo apenas a Jacque e minha Mãe. Não tem problema.

 

Consegui, consegui.


Até. 

sábado, outubro 25, 2025

Sábado ( e será dia 12/11!)

Feira do Livro de Porto Alegre


Dia 12/11 será minha segunda vez autografando na Feira do Livro de Porto Alegre.

Te espero lá!

Bom sábado a todos.

Até.


 

sábado, julho 26, 2025

Sábado (passado)

 

'Eu Pai, Eu Filho', meu novo livro


        Foi sábado passado, no Nina Café de Casa, o lançamento do meu segundo livro de crônicas. Alguns amigos e familiares estiveram lá, e foi bem legal.
        
     O livro está à venda no site da Editora Bestiário, mas pode ser comprado também diretamente comigo. É só mandar mensagem.

         Bom sábado a todos.

         Até.

sábado, julho 12, 2025

Sábado (que vem, na verdade)


O lançamento do meu novo livro será no próximo sábado, 19/07.
Editora Bestiário.

Na rua mais bonita do mundo, segundo os porto-alegrenses...

Nina Café de Casa. Rua Gonçalo de Carvalho, 129. 

Vai ser bem legal.

Até.


sábado, julho 05, 2025

quinta-feira, julho 03, 2025

Está Saindo

Livros.

 

Quando decidi – há cerca de um ano e meio – que era hora de começar a publicar minhas crônicas, hora de transformar em livro o trabalho de mais de uma década de escritos meus, estabeleci uma ideia inicial de três livros, a serem publicados em anos consecutivos, a partir do ano passado. Tudo correu bem, e mais rápido que imaginava. Em 2024, publiquei, pela Editora Bestiário, o ‘A Sopa no Exílio’. Fiz três lançamentos, e autografei ele na Feira do Livro de Porto Alegre, o que era um desejo/sonho meu de muitos anos.

 

Tinha à época, um segundo livro praticamente pronto, que prudentemente deixei para o ano seguinte, para – com tempo – revisar as crônicas e ainda acrescentar novas. Foi o que fiz, a partir de abril desse ano, e o resultado será lançado no próximo dia 19 de julho, um sábado à tarde (o local divulgo em breve).

 

‘Eu Pai, Eu Filho’.

 

Crônicas pessoais a respeito do tema paternidade. Como o título diz, escrevo como pai e como filho. Crônicas que vão desde antes de ser pai, o esperar, as expectativas com relação à paternidade, e depois a paternidade em si, crônicas de um pai encantado com o ser pai. Também falo de ser filho, e estão ali algumas crônicas em que falo do meu pai, e de como senti sua perda e como vejo a vida desde que ele se foi.

 

Gostei do resultado, mas sou suspeito.

 

Espero que vocês gostem.

 

Até.

quinta-feira, fevereiro 27, 2025

Livros

Completei.

 

Quando retomei, depois de muito tempo, o hábito da leitura – literatura, e livros físicos – procurei estabelecer uma rotina de um mínimo de páginas lidas por dia. Deveria conseguir incluir ler livros entre as atividades do meu dia, aquelas úteis e as que me faziam perder tempo, como o tempo de tela, de redes sociais, minha atual preocupação. Para isso, dois pré-requisitos precisavam ser preenchidos: tinha que ser algo interessante, para me manter estimulado a continuar, e não poderia interferir com nada que fosse realmente importante.

 

O começo, como já contei aqui, foi impulsionado pelo projeto de clube de leitura que estávamos para lançar lá na School of Rock Benjamin POA, e que foi adiado por questões alheias à nossa vontade, mas não abandonado.  Os primeiros livros que li nessa retomada foram relacionados ao clube, os que seriam os primeiros livros que seriam discutidos: ‘Só Garotos’, da Patti Smith, ‘Alta Fidelidade’, do Nick Hornby, e ‘A Sonata a Kreutzer’, do Tolstói. Todos relacionados, de alguma forma, com a música. Os três entre novembro e dezembro. Li ainda, bem nos últimos momentos de 2024, ‘A Coragem de Ser Você Mesmo’, da Brené Brown.  

 

Empolgado com o ritmo de leitura que eu conseguira estabelecer, comecei o ano com ‘Nexus’, do Yuval Harari, de quem já havia lido ‘Sapiens’, ‘Homo Deus’ e ‘21 Lições para o Século 21’. Depois dele, o desafio real desse começo de ano, e que terminei ontem.

 

Cidade em Chamas, de Garth Hallberg.

 

Um livraço, em todos os sentidos. São 1040 (!!) páginas de uma história que te prende desde o início. Se passa em Nova York nos anos setenta, em uma fase complicada para a cidade e período do punk. E consegue te fazer sentir o espírito da cidade na época, a densidade ou não das relações, a falta de esperança do período pós-hippie.


Assim como quando li o ‘Só Garotos’, da Patti Smith, que se passa em parte nesse período, foi como se eu estivesse reencontrando personagens e de volta a um lugar onde estivera antes, como se tivesse vivido naquele tempo e convivido com aquelas pessoas. Uma estranha (e boa) familiaridade, como se eu tivesse voltado para casa, para um mundo em que pertenci, mesmo que uma impossibilidade temporal e geográfica.

 

Sei lá.

 

Até. 

terça-feira, fevereiro 11, 2025

Leituras

Desde quase o final do ano passado, consegui tornar a leitura novamente um hábito em minha rotina. Já falei disso, ao longo dos anos havia deixado a rotina se colocar entre os livros e eu, fato esse que piorou quando as telas, as redes sociais surgiram. Havia me deixado sequestrar por elas. Minha culpa, minha máxima culpa.

 

Quebrei esse ciclo a partir de um esforço voluntário em reduzir minha exposição – na medida do possível – ao telefone celular e, consequentemente, às redes sociais. Essa, aliás, é para mim, uma preocupação cada vez maior. E falo como um dependente em recuperação. 

 

Uni, então, as duas situações, a necessidade que eu tinha de reduzir o tempo de telas (redes sociais) e voltar a ler. Livros físicos, de papel, comprados em livrarias, preferencialmente, apesar da facilidade (de que, sim, faço uso) da compra online pela Amazon, por exemplo. Outro fator motivador para a leitura foi o MusiClube de Leitura, que aconteceria na School of Rock Benjamin POA, mediado pela escritora Ana Carolina Machado e por mim, e que teve seu início adiado por enquanto. Como poderia eu ser um dos mediadores de um clube de leitura sem efetivamente ler? 

 

Não poderia.

 

Então, sob forte pressão auto exercida, voltei a ler, e se – conforme dizem – são necessários vinte e um dias para se adquirir um novo hábito, então – sim – voltei a ser um leitor, assim como há quase seis anos deixei de ser sedentário, pois esse é o período no qual tenho feito atividade física ininterruptamente.

 

Uma mudança de cada vez.

 

Queria, desde o início dessa crônica, falar de livros, confesso. Entre os livros que inicialmente fariam parte do primeiro ciclo de leituras do nosso clube, um foi excluído pela extensão: era muito longo para uma leitura mais ou menos rápida. Após as primeiras leituras de 2025 (Nexus, do Yuval Harari, entre eles), decidi começar a ler ‘Cidade em Chamas’, escrito por Garth Risk Hallberg, publicado em 2015.

 

Comecei a ler, sabendo que era longo, tipo setecentas páginas, na minha estimativa, de uma leitura cativante, um estilo de escrita que me agrada muito. Fala de Nova York dos anos setenta, arte, rock, punk, e é muito bom. Ao chegar na página trezentos e vinte, mais ou menos, e imaginar que me aproximava do meio do livro, percebi que não era bem assim. Fui conferir o número real de páginas.

 

Mil e quarenta páginas.

 

Li, até aqui, um terço do livro.

 

Está valendo à pena.

 

Por outro lado, e voltando a falar da adição às telas, acabei de ler, em meio à leitura de ‘Cidade em Chamas’, ‘Nação Dopamina’, da psiquiatra Anna Lembke, que tem como subtítulo ‘Porque o excesso de prazer está nos fazendo infelizes e o que podemos fazer para mudar’.

 

Vale a leitura, também.

 

Até.

quinta-feira, novembro 07, 2024

Roda Viva

Tem dias em que a gente se sente, como quem partiu ou morreu, a gente estancou de repente, ou foi o mundo, então, que parou”.

 

A força que determinadas poesias e letras de música têm ainda me impressiona e maravilha. Impactam, perturbam, fazem pensar. Têm o poder de nos fazer parar para, além de escutar, ouvir.

 

É também por isso que eu tenho verdadeira adoração por determinadas composições em língua portuguesa. A sonoridade, o peso, mas também a doçura que as palavras conferem à obra é tocante. Como, por exemplo, em ‘Oceano’, do Djavan, talvez um dos mais belos versos da música brasileira, que diz:

 

“Vem me fazer feliz porque eu te amo

  Você desagua em mim

  E eu oceano”

 

Eu aprecio muito a palavra, escrita ou falada.

 

Por isso me deixa muito feliz estar novamente incluindo na minha rotina diária a leitura de literatura, além de textos técnicos relacionados à medicina. Certamente é devido ao MUSICLUBE de Leitura, que está com as inscrições abertas e ocorrerá na School of Rock Benjamin POA, mediado pela escritora e atriz Ana Carolina Machado e por esse que vos escreve.

 

Vai ser bem legal.

 

Ainda dá tempo de se inscrever.

 

Até.

sábado, julho 06, 2024

Sábado (e eu, escritor)

Autografando...
 

Mais uma sessão de lançamento do meu primeiro livro, 'A Sopa no Exílio'.
Está à venda também na AMHSL, além de no site da Editora Bestiário.
Já comprou o teu exemplar?

Bom sábado a todos.

Até.

quinta-feira, junho 27, 2024

Vinte Anos

Como quase todos que me conhecem agora sabem, neste mês de junho de 2024 esse blog completa 20 anos (!) de existência. Surgiu em – façamos as contas – 2004, cerca de dois meses antes de ir viajar para ficar dois anos no Canadá, fazendo um fellow na University of Toronto que viria a ser o meu pós-doutorado. Foi a transição de um semanário que eu enviava a alguns “assinantes” e que havia começado devido à minha vontade/necessidade de escrever. Se chamava ‘A Sopa’, referência à Sopa de Ervilhas Anual do Marcelo, uma outra história. 

 

Alguns meses antes de me mudar temporariamente para Toronto, então, eu criei o blog, com dois objetivos básicos. Seria uma forma de continuar escrevendo regularmente e, também, uma maneira de me comunicar com o Brasil, dar notícias minhas a quem tivesse o interesse em saber. O exílio da Sopa seria o meu tempo de Canadá. Durante o tempo em que estive lá, consegui ter a disciplina da escrita diária. Contribuiu para isso, evidentemente, o fato de estar lá basicamente para estudar / trabalhar, e morando sozinho.  

 

Após a volta ao Brasil, em 2006, o momento foi de recomeçar a vida profissional e focar o no trabalho. Com isso, a escrita (e o blog) ficaram meio de lado, com alguns “surtos de escrita”, como as histórias de viagem e durante a pandemia, naquele período em que o movimento do consultório caiu muito, e não havia interações sociais.  Desde então, tenho procurado manter uma regularidade mínima de escritos, com maior ou menor sucesso. Ao longo de todo esse tempo, porém, permaneceu mais ou menos “no ar” o desejo que eu tinha de publicar um livro, sair do digital e ter uma evidência “física” de que sou um escritor. Em dezembro do ano passado decidi que esse ano seria o ano em que publicaria o meu primeiro livro.

 

Era chegada a hora.

 

Criei cronograma de trabalho bem conservador para o ‘projeto livro’. 

 

Iniciei o ano fazendo uma primeira seleção de crônicas e contos que potencialmente entrariam no livro. Meu plano era fazer – durante os meses de janeiro e fevereiro – essa seleção, e, também, a revisão dos textos e reescrita daqueles que pedissem ajustes. Eliminaria aqueles datados, os que eu considerasse inadequados ou fracos, e aqueles que não tivessem mais sentido em 2024.

 

Seguiria com mais uma revisão em março (planejava imprimir os textos para revisá-los e rabiscá-los se necessário) e apenas depois disso, já em abril, passaria a estudar a forma de publicação. Se faria com editora, se financiaria eu mesmo a publicação ou faria um financiamento coletivo. Imaginava um lento processo.

 

Não foi.

 

Selecionei o material (para até três livros, na verdade), organizei, reescrevi o que precisava e, no início de março estava pronto para iniciar a busca pela publicação. Busca essa que durou pouco mais de vinte e quatro horas. Enviei e-mail para uma editora que haviam me recomendado (Ed. Bestiário) e logo me responderam positivamente com relação a publicar meu livro. Confesso que levei um tempo para acreditar que estava acontecendo.

 

O livro ‘A Sopa no Exílio’ foi lançado no início desse mês de junho de 2024, quase no mesmo dia em que o blog havia sido lançado, em 2004. Quando me perguntaram como a publicação do livro, respondo que foi rápido.

 

Vinte anos de preparação (ou para tomar coragem de colocar a cara à tapa...).  

 

Até. 

sábado, junho 15, 2024

Sábado (e Eu, escritor)

Autografando 'A Sopa no Exílio', o livro
 

E o blog virou livro depois de 20 anos
Que momento, que momento.

Bom sábado a todos.

Até.

domingo, fevereiro 25, 2024

A Sopa

Eu iria escrever que estava de volta, mas – na verdade – nunca saí daqui, apesar de que esse ano tem sido meio pobre em escritos, confesso, e você, prezado leitor, certamente notou isso.  Explico, porque não é desleixo ou outra razão. 

Entre os projetos que fiz para esse ano, e que foram colocados em execução desde o início de janeiro, está o de finalmente publicar o meu primeiro livro de crônicas. O plano é reunir as melhores crônica publicada aqui nesse espaço nos último vinte anos, organizá-las, e lançar um livro ao longo desse ano. Sempre me disseram que eu deveria fazê-lo, então chegou a hora.

 

O que venho fazendo, desde o início do ano, seguindo um cronograma que fiz e que terminará com a publicação e o lançamento do livro, é selecionar as potenciais crônicas, relê-las, reescrevê-las conforme necessário, abandonar as que acho que não são próprias a isso. Sistematizar por temáticas (o que – talvez – possa resultar em mais de um livro, vai saber). Após selecionadas e revisadas, pretendo iniciar, entre março e abril, a viabilizar a publicação.

 

Não sei a melhor forma de fazê-lo ainda.

 

Conversar com editoras, publicar independente por minha conta, fazer um financiamento coletivo, todas as possibilidades estão abertas. Dois pontos estão definidos, contudo: será – num primeiro momento – um livro físico, e eu gostaria MUITO de lançá-lo e poder ter uma sessão de autógrafos na Feira do Livro, em outubro.  

 

Vamos ver.

 

Posso contar com a tua parceira?

 

Até.

 

PS – Enquanto isso, em paralelo, seguem os eventos da School of Rock Benjamin POA. Março começa com um show no Parcão no dia 09/03, com o Semana da Guitarra, entre 11 e 15/03, o School Day no final de semana de 16 e 17/03. Mais informações em muito em breve.

 

Abraço!

sábado, dezembro 30, 2023

Sábado (e dias de recesso)

Para (também) tentar entender o mundo
 

Dias de descanso.
Mas dia 02/01 já de volta ao consultório.
Bom sábado, bom final de ano a todos.

Até.