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domingo, novembro 02, 2025

A Sopa

Atrasado.

 

Quase morto.

 

A Sopa desse domingo dois de novembro, finados, sai mais tarde que o habitual porque não consegui escrever antes. Muito cansado. Muito. Cansado. Mesmo. Quase morto em um dia de finados, como disse...

 

Aconteceu ontem o Halloween POA 2025, o maior festival de Halloween do Sul do Brasil, e fomos nós, da School of Rock Benjamin, em parceira com a Prefeitura de Porto Alegre e com o Estúdio Sangha, do amigo Alexandre Birck, quem o organizamos. Foi um trabalho hercúleo de todos, em especial do Thiago (meu sócio) e de todo pessoal administrativo e operacional da School. Valeu o esforço.

 

O sábado começou cedo. 

 

Chegamos lá ainda antes das oito horas da manhã para os últimos preparativos para o evento, que teve mais de 12 horas de duração e encerrou com um showzaço da Comunidade Nin Jitsu. Saímos de lá após dezoito mil passos meus e quando tudo estava entregue e limpo, como se não tivesse ocorrido uma festa de rua na região. Cheguei em casa e demorei a conseguir sair do carro, tamanhas dores que tinha pelo corpo.

 

Banho e caí “morto” na cama.

 

Hoje o dia foi de assistir aos vídeos, ver fotos e as repercussões do evento, que foi gigante. Mais do que todo cansaço, a sensação do dever cumprido ao ver a satisfação de todos que estiveram lá, tanto para assistir quanto para tocar. Assim como é desde o primeiro show que participei, saí com a sensação de fazer parte de algo maior, de fazer parte de momentos positivamente marcantes na vida de muitas pessoas.

 

E isso não tem preço.


Até. 

domingo, fevereiro 09, 2025

A Sopa

Há três anos, decidi voltar ao mundo da música.

 

Não que eu alguma vez estivesse estado antes, porque nunca estive, mas durante um tempo eu havia ao menos brincado de fazer e tocar música com amigos, além de ter feito pequenos períodos de aulas de pouca disciplina e persistência. Mas foi três anos atrás, aqui nessa mesma praia onde passo alguns dias de férias, que – ao assistir show da temporada de verão da School of Rock Benjamin POA, em que Marina cantava - que tive a epifania de que era aquilo que eu queria para minha vida.

 

Quando conversei, ao final do show, com o Thiago Vitola, proprietário da escola, e perguntei se a escola tinha programas para adultos, e ele disse que sim, e que estariam começando uma temporada Beatles logo depois, em março, e que o final da temporada seria com um show do Sgt Peppers Pub, em Porto Alegre, não tive dúvidas em começar a fazer aulas lá. Era o estímulo que eu precisava para voltar, como falei, à música.

 

Não imaginava, confesso, que meu envolvimento com a música seria intenso a ponto de me tornar sócio da School, e que me traria um mundo de novas relações de amizade, novo senso de comunidade e pertencimento.

 

E percebi que não é algo exclusivo meu.

 

É parte do jeito de ser School of Rock.

 

Sexta à noite, aqui mesmo na praia, ao dar carona para o Benoni após um pequeno ensaio acústico e depois uma pizza, ele, parceiro novo, que ontem fez o seu primeiro show com a School, sua primeira vez no palco, manifestou o mesmo entusiasmo que eu tive desde o início, desde que vi a Marina no palco no mesmo Ramblas em que tocamos ontem.

 

E que mantenho até hoje.


Até. 

domingo, janeiro 26, 2025

A Sopa

Música.


Enquanto voltávamos à Porto Alegre, após a meia-noite, o final do longo dia no litoral, que começara pela manhã fazendo a mesma estrada em sentido contrário, para participar do Paleta Atlântida com a Confraria da AMHSL (dos médicos do Hospital da PUCRS) e depois para a jam session da School of Rock no Ramblas, em Atlântida, à noite, ouvíamos - a Marina, a Jacque e eu - música no carro. Tudo para que eu não ficasse com sono.

 

O telefone celular que estava conectado recarregando a bateria, e de cujo Spotify ouvíamos as músicas, era o da Marina, que estava ao meu lado, porque o plano dela era cantar o tempo todo para que eu não dormisse. Mesmo que eu tivesse dito que estava bem, sem sono, acabamos fazendo do jeito que ela(s) resolveu(eram). Após uma parada em um posto de gasolina na BR101 onde eu comprara um café, ela assumiu o controle da música, e disse que nos faria ouvir uma playlist especial que ela montara com músicas nacionais, e que gostaríamos.

 

Fiquei tranquilo porque já conheço o gosto musical dela, moldado por anos de exposição ao que eu (e a Jacque) considero boa música, formação essa completada pelo período em que é aluna da School of Rock. Então, não tinha como ser ruim a escolha de músicas dela.

 

Estávamos, como eu disse, retornando de um longo dia na praia, uma semana antes de voltarmos lá para um curto período de férias a partir do dia primeiro de fevereiro. Além do churrasco na beira da praia (Paleta Atlântida), seria o segundo final de semana de uma série de cinco com shows da School no Ramblas, e essa semana estava programada um jam session, palco aberto a quem quisesse participar na hora, e as pessoas seriam estimuladas a participares.

 

Haveria uma banda base, com o Maurício, professor da escola, multi-instrumentista e aniversariante do dia, mais o Thiago, baixista e sócio junto comigo, o Felipe, aluno de baixo, baterista e parceiro de todas as horas na escola, e eu, como guitarrista, e quem quisesse subir no palco e tocar algum instrumento ou cantar, era bem-vindo. O Thiago estimulava e chamava as pessoas a cantar. Eu, por exemplo, toquei músicas que eu nunca havia tocado sob a orientação em tempo real – em plena execução da música– do Maurício.

 

Foi muito legal. Mesmo.

 

Me lembrou três anos atrás, nesse mesmo Ramblas, que na época era by Roubadinhas, quando houve o show de verão da escola, em plena época do COVID, em que a Marina cantou e que – em meio ao show – tive uma epifania: era aquilo que eu queria para mim. Tanto é que no final do show fui perguntar ao Thiago, na época único dono, se a escola tinha programa para adultos. Respondeu que sim, e que - se eu iniciasse naqueles próximos dias – eu poderia participar da primeira temporada de Beatles e tocar no Sgt. Peppers Pub, em Porto Alegre.

 

Muito aconteceu desde então.

 

Não só toquei Beatles no Sgt. Peppers, toquei também Rolling Stones no Bar Opinião, e outros shows muitos legais nesse período, como também se criou um ambiente de comunidade, de pertencimento na escola. Vários shows depois, tanto no palco como na plateia, acabei me tornando sócio. Tudo começou, no final das contas, em um verão com música na praia.

 

E a playlist da Marina?

 

Ótima, o que reforçou minha convicção de estar fazendo um bom trabalho como pai...


Até. 

domingo, fevereiro 25, 2024

A Sopa

Eu iria escrever que estava de volta, mas – na verdade – nunca saí daqui, apesar de que esse ano tem sido meio pobre em escritos, confesso, e você, prezado leitor, certamente notou isso.  Explico, porque não é desleixo ou outra razão. 

Entre os projetos que fiz para esse ano, e que foram colocados em execução desde o início de janeiro, está o de finalmente publicar o meu primeiro livro de crônicas. O plano é reunir as melhores crônica publicada aqui nesse espaço nos último vinte anos, organizá-las, e lançar um livro ao longo desse ano. Sempre me disseram que eu deveria fazê-lo, então chegou a hora.

 

O que venho fazendo, desde o início do ano, seguindo um cronograma que fiz e que terminará com a publicação e o lançamento do livro, é selecionar as potenciais crônicas, relê-las, reescrevê-las conforme necessário, abandonar as que acho que não são próprias a isso. Sistematizar por temáticas (o que – talvez – possa resultar em mais de um livro, vai saber). Após selecionadas e revisadas, pretendo iniciar, entre março e abril, a viabilizar a publicação.

 

Não sei a melhor forma de fazê-lo ainda.

 

Conversar com editoras, publicar independente por minha conta, fazer um financiamento coletivo, todas as possibilidades estão abertas. Dois pontos estão definidos, contudo: será – num primeiro momento – um livro físico, e eu gostaria MUITO de lançá-lo e poder ter uma sessão de autógrafos na Feira do Livro, em outubro.  

 

Vamos ver.

 

Posso contar com a tua parceira?

 

Até.

 

PS – Enquanto isso, em paralelo, seguem os eventos da School of Rock Benjamin POA. Março começa com um show no Parcão no dia 09/03, com o Semana da Guitarra, entre 11 e 15/03, o School Day no final de semana de 16 e 17/03. Mais informações em muito em breve.

 

Abraço!

sábado, janeiro 27, 2024

Sábado (e é semana que vem!)


É sábado que vem, 03/02, em Atlântida, litoral norte gaúcho.

School of Rock Benjamin POA, com seus grupos Performance e Adultos ('jovens'), além da primeira apresentação da nossa House Band.

Vai ser MUITO legal.

Sábado, 03/02/2024. SEMANA QUE VEM.

Até.