Todo ano prometo que vou ser mais tolerante.
Todo ano falho vergonhosamente.
Não consigo assistir ao BBB.
É muito, muito chato.
Até.
Crônicas e depoimentos sobre a vida em geral. Antes o exílio; depois, a espera. Agora, o encantamento. A vida, afinal de contas, não é muito mais do que estórias para contar.
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terça-feira, fevereiro 02, 2010
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Sobre televisão
Premissa número um:
Eu não vejo Big Brother. Ponto final, sem deixar margens para "estava passando na frente da tevê e vi um pedaço" ou "vejo para acompanhar". Não, nada, zero. Saio da sala para não assistir.
Acho um programa de mau gosto, chato, em resumo: idiota.
É isso.
Quero deixar bem claro que não me sinto "superior" ou "culto", e por isso não posso ver. Nada disso. Apenas não gosto e não tolero.
Até aí, tudo bem.
Ontem, contudo, estava a Jacque assistindo ao programa esse que não gosto e não vejo e eu trabalhando (e jogando) no computador, na sala ao lado. Até que terminei o que fazia e fui para o quarto, onde há outra televisão e a liguei, já que não tinha vontade de ler antes de dormir.
Passei por um canal e outro e - sem querer - caí no programa da Luciana Gimenez. Isso mesmo! E pior, estava mostrando um quadro tipo teste de fidelidade, mas tinha uma detetive (de quinta categoria) e mostravam um homem de meia idade que era seguido e filmado, primeiro no aeroporto esperando alguém, depois seguido de carro até a casa da mulher que ele esperara no aeroporto, tudo isso a pedido da namorada vinte anos mais nova. Isso tudo acompanhado pelos comentários da detetive, da apresentadora e de seus convidados (que não tenho a menor idéia de quem eram).
Enquanto se passava a gravação, os participantes comentavam o que poderia estar se passando. Para se ter uma idéia do nível, os comentários da Luciana Gimenez eram os mais adequados e ponderados.
Em resumo, abjeto, grosseiro e de péssimo gosto.
Só que eu não conseguia parar de assistir, a espera do desfecho da história.
Então entendi um pouco (bem pouco, confesso) o que as pessoas vêem num programa tipo Big Brother, e porque não param de assitir.
E que em termos de televisão, ninguém é inocente.
Até.
Eu não vejo Big Brother. Ponto final, sem deixar margens para "estava passando na frente da tevê e vi um pedaço" ou "vejo para acompanhar". Não, nada, zero. Saio da sala para não assistir.
Acho um programa de mau gosto, chato, em resumo: idiota.
É isso.
Quero deixar bem claro que não me sinto "superior" ou "culto", e por isso não posso ver. Nada disso. Apenas não gosto e não tolero.
Até aí, tudo bem.
Ontem, contudo, estava a Jacque assistindo ao programa esse que não gosto e não vejo e eu trabalhando (e jogando) no computador, na sala ao lado. Até que terminei o que fazia e fui para o quarto, onde há outra televisão e a liguei, já que não tinha vontade de ler antes de dormir.
Passei por um canal e outro e - sem querer - caí no programa da Luciana Gimenez. Isso mesmo! E pior, estava mostrando um quadro tipo teste de fidelidade, mas tinha uma detetive (de quinta categoria) e mostravam um homem de meia idade que era seguido e filmado, primeiro no aeroporto esperando alguém, depois seguido de carro até a casa da mulher que ele esperara no aeroporto, tudo isso a pedido da namorada vinte anos mais nova. Isso tudo acompanhado pelos comentários da detetive, da apresentadora e de seus convidados (que não tenho a menor idéia de quem eram).
Enquanto se passava a gravação, os participantes comentavam o que poderia estar se passando. Para se ter uma idéia do nível, os comentários da Luciana Gimenez eram os mais adequados e ponderados.
Em resumo, abjeto, grosseiro e de péssimo gosto.
Só que eu não conseguia parar de assistir, a espera do desfecho da história.
Então entendi um pouco (bem pouco, confesso) o que as pessoas vêem num programa tipo Big Brother, e porque não param de assitir.
E que em termos de televisão, ninguém é inocente.
Até.
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Hoje, no Brasil
terça-feira, janeiro 08, 2008
Reality Show
Hoje, aqui no Brasil, até outros canais estão noticiando o começo de mais um grande irmão, o de número oito. Particularmente, prefiro outro reality show.
Aqui.
Até.
Aqui.
Até.
terça-feira, julho 10, 2007
sexta-feira, maio 11, 2007
Heroes
Quando morava em Toronto, por morar sozinho, tinha por hábito ver muita tevê. Então terminei por saber os dias e horários (e assistir, claro) boa parte das séries que passavam, e que pasam aqui no Brasil também. Brincávamos com isso, no hospital, e eu sempre dizia que, claro, "I don't have a life...".
Bom, estou de volta ao Brasil há quase um ano, certamente "tenho uma vida", mas não perdi o hábito de assistir algumas dessas séries, por serem muito boas mesmo.
Não falo de '24' porque dessa já falei muito (e a sexta temporada está BEM legal). Mas uma que é MUITO boa também é 'Heroes', que estrou esse ano. Vale a pena conferir.

Até.
Bom, estou de volta ao Brasil há quase um ano, certamente "tenho uma vida", mas não perdi o hábito de assistir algumas dessas séries, por serem muito boas mesmo.
Não falo de '24' porque dessa já falei muito (e a sexta temporada está BEM legal). Mas uma que é MUITO boa também é 'Heroes', que estrou esse ano. Vale a pena conferir.
Até.
terça-feira, abril 10, 2007
Finalmente
Hoje começou a 6ª temporada do '24 horas' no Brasil, episódio completo, depois do papelão da pré-estréia do domingo, quando - após o primeiro intervalo - o episódio foi substituído por vinte minutos de "Aliens X Predador", assim na boa, falha total.
Quase um ano depois de ter terminado a temporada americana do ano passado, em maio, só agora consigo assistir uma nova temporada (desde janeiro sendo exibida nos EUA e Canadá).
MUITO tensa, MUITO violenta.
Promete, promete.
Até.
Quase um ano depois de ter terminado a temporada americana do ano passado, em maio, só agora consigo assistir uma nova temporada (desde janeiro sendo exibida nos EUA e Canadá).
MUITO tensa, MUITO violenta.
Promete, promete.
Até.
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