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segunda-feira, fevereiro 03, 2025

Segunda-feira, de novo

Verão.

 

O sol brilha no céu azul, entrecortado por nuvens brancas que aparecem por sobre as casas em frente ao lago. Uma brisa fresca movimenta as árvores e ameniza a temperatura, que a essa hora da manhã já é alta, como tem sido nas últimas semanas deste verão de 2025. Hoje é segunda-feira e estamos de férias por alguns dias.

 

Sempre que falo/escrevo que ‘hoje é segunda-feira...’, automaticamente continuo – ao menos mentalmente – cantarolando Raul Seixas, “... e decretamos feriado, chamei Dom Paulo Coelho e saímos lado a lado, Lá na esquina da Augusta quando cruza com a Ouvidor, Não é que eu vi o Sílvio Santos?...". É incontrolável, isso de associar determinadas palavras e/ou expressões com uma letra de música ou nome de filme, por exemplo.

 

Como com o Dias dos Namorados.

 

É impossível, para mim, falar ‘Dia dos Namorados’ sem complementar com ‘Macabro”. Não importa a situação, o contexto. O Dia dos Namorados sempre vai ser completado por um Macabro. E isso não é nenhum tipo de mensagem subliminar ou ato falho. Parece que – se não houver o complemento – fica incompleto.

 

Assim como tenho minhas implicâncias linguísticas, que cultivo com certo orgulho, mesmo que sejam causas perdidas. Começou com um termo médico em inglês, severe asthma, em português asma grave, mas que algumas pessoas começaram a traduzir de forma equivocada como asma severa, que além de não ser – a meu ver – a melhor tradução possível, acho esteticamente desagradável. O que me causa(va) irritação ao ouvir. 

 

Severo ou severa, é algo ou alguém rigoroso(a), inflexível, rígido(a). Uma das possíveis definições até, sim, pode ser grave, mas não é a primeira e nem a melhor. Em reuniões científicas em que participava e esse termo era utilizado, eu tinha por hábito fazer um aparte e explicar isso. Com o tempo, cansei e (na maior parte das vezes) não falo nada.

 

O quadro piorou, no fim das contas.

 

Atualmente não consigo mais ouvir ou ler ‘severo(a)’ como um adjetivo, independente do contexto, ou da adequação ou não do seu uso, que fico incomodado.

 

O que fazer? 

 

Nada.

 

Paciência.

 

Até.

domingo, fevereiro 13, 2022

A Sopa (de Férias 3)

(mais uma Sopa antiga, de quando eu morava no Canadá)

Um anúncio. 

Vou largar as drogas.

 

Ou melhor, vou trocar de droga.


Explico.

 

Normalmente, para tolerar as dez horas de voo noturno na classe econômica, que são difíceis em virtude da minha altura, eu costumo tomar um comprimido para dormir. Nunca tive problemas com o que costumo usar, o midazolan (o popular Dormonid). Mas está descrito que ele pode causar reação paradoxais, ou seja, efeito contrário ao de relaxamento e alívio de ansiedade.

 

Não, eu não tive uma crise e saí correndo pelado pelo avião como possam estar pensando.

 

Deixa-me contar do voo São Paulo – Toronto da Air Canada.

 

Airbus A340 (eu acho). Voo superlotado. Minha poltrona, 28C, corredor. A última fila antes dos banheiros do meio do avião. Me instalo, e constato: ela não reclina nem um mísero grau, o que quer dizer que vou ter que passar a noite num ângulo de 90º. Chamo a primeira comissária de bordo, que diz que devemos esperar o avião decolar para tentar ajeitar a situação.

 

Decola a avião, o aviso de apertar os cintos apaga, todos reclinam suas poltronas e eu fico lá tal qual um “L”, lendo. Bate o sono, largo o livro, e cochilo por alguns instantes. Servem a janta, e eu a 90º. Converso com a segunda comissária, que pede mais um tempo para tentar resolver a situação. Termina a janta e começa o filme. O filme se desenrola e eu lá, sentado reto, tal qual um nobre inglês, postura impecável.

 

Chamo o terceiro comissário. Em inglês explico que não pretendo dormir sentado daquele jeito. Ele tenta consertar. Nada feito. Diz que vai me dar uma carta para reclamar da companhia. Acaba o filme, apagam-se as luzes. A segunda comissária me diz que o único assento vago é no meio, na fila de quatro, entre um senhor que aquela altura babava no travesseiro, literalmente, e um MUITO obeso. Digo para ela que prefiro que uma manada de elefantes me atropele. Ela diz que nada pode fazer.

 

Volto ao meu lugar. Passam-se dez, quinze minutos. E eu lá, a 90º. Tenho que fazer algo.

 

Vou ao fundo do avião, onde estão os comissários reunidos. Converso com o terceiro comissário, que descubro ser português. Quando digo que sou brasileiro, diz que vai me ajudar, mas comenta que a classe executiva está lotada (e lá se vai por água abaixo minha esperança de me dar bem). Comenta, finalmente, que um dos assentos reservados a eles, comissários, está vago e que se eu quiser posso dormir ali, mas é em frente ao banheiro e, portanto, barulhento.

 

Para isso servem as drogas, penso. Isso, vou tomar o comprimido e dormir. Tomo o comprimido. Me acomodo no último assento do avião, corredor, em frente ao banheiro, luz acesa. É só esperar que medicação faça efeito e vou dormir umas três ou quatro horas, certo. Estou tranquilo. Para melhorar, o comissário me oferece o assento da janela, já que ele tem plugs de ouvido e uma máscara para dormir. Perfeito.

 

Durmo até ser acordado com o anúncio do café da manhã. Volto ao meu assento original e terminou o voo lá. 

 

A única coisa é que o comissário passa por mim e comenta que – durante a noite – houve turbulência e que nesse momento comentei algo que ele não entendeu bem: eu disse, segundo ele (não lembro de nada, amnésia é um dos efeitos da medicação):

 

- Seguuuuura, peão!

 

Pronto, nunca mais tomo Dormonid.

 

Até.

domingo, fevereiro 06, 2022

A Sopa (de Férias 2)

(uma Sopa de janeiro de 2006, enquanto seguimos de férias)


Ano-novo.


Significativamente, o ano – para mim - começou e vai terminar no Brasil. Mais significativo ainda, começa no litoral norte do Rio Grande do Sul, lugar onde passei todos os verões da minha vida (com exceção do último, que foi no hemisfério norte). Mas não é mais o mesmo.

 

A inevitabilidade da passagem do tempo mostra-se claramente neste pequeno espaço do sul do mundo, que durante um certo período – a infância, mais especificamente - foi o todo o nosso universo. De todos da velha turma, poucos continuam tendo casa por aqui, e até o velho muro do Adriano, onde passamos muitas noites falando da vida e que virou emblema de toda a turma, ‘A Turma do Muro’, já não existe mais.

 

O sentimento não é de tristeza nem de saudosismo, mas de resignação: é a vida, não há como nem por que lutar contra. Aliás, não há nada mais inútil que lutar contra as inevitabilidades do mundo. Esse pode ser um objetivo para o novo ano: aceitar aquilo que não podemos mudar, lutar para mudar o que depende de nós, e saber discernir entre os dois. Não é uma nova ideia, eu sei, mas é boa, então tudo bem.

 

Viemos para cá, Imbé/RS, na sexta-feira no começo da tarde, dia de sol e muito calor, carro alugado sem ar-condicionado. Tudo tranquilo, com exceção de ter chegado com o braço esquerdo (aquele que fica apoiado na janela com o vidro aberto) completamente vermelho – o chamado ‘braço de caminhoneiro’ – pela falta da camada de ozônio e de memória minha. Ao chegar aqui, caminhada na beira da praia e banho de mar – ah, saudades do Atlântico Sul! – com água de temperatura agradabilíssima.

 

De volta do mar, banho frio na ducha no pátio dos fundos da casa. Se eu disse que quando morrer vou para Porto de Galinhas – que seria minha visão do paraíso – certamente a casa que terei lá será a mesma que temos (tínhamos) aqui em Imbé…

 

Dois mil e seis, novamente um ano em dois hemisférios, mas - ao contrário de 2004 – dessa vez com duas primaveras. Será um outro ano de mudanças. De reencontro e recomeços. Depois da “morte” da ida para o “exílio”, o renascer da volta para casa.

 

Mudaram as estações, nada mudou… 

 

Até. 

domingo, fevereiro 07, 2021

A Sopa

 (Crônicas de uma Pandemia – Trezentos e Trinta Dias)

 

Um outro texto antigo, porque estamos de férias, que terminam hoje à noite. Novamente do tempo do exílio, quinze anos atrás. Um texto de ficção. Ou não. 

 

Confissão

 

Eu larguei a música. Duas vezes.

 

O que faço, hoje em dia, tocando com amigos e fazendo o meu "blein-blein" por aí, na verdade é uma forma de não perder contato totalmente com essa parte da minha vida, que sempre será importante. Quando digo que larguei a música, me refiro ao show business. Desse, podem crer, quero distância.

 

Mas nem sempre foi assim.

 

Há mais ou menos uns dezessete anos atrás, fui convidado para fazer parte de um grupo jovem - não posso revelar o nome por questões contratuais - que fez muito sucesso nas paradas musicais, e atraiu a atenção de muita gente. Tivemos muitos fãs. É possível que algumas dessas fãs ainda tenham posters da banda em seu quarto. Podem até ser minhas leitoras, sem nunca ter se dado conta que sou eu naquele poster na parede.

 

A trajetória da banda foi a de muitos outros grupos adolescentes. Assinamos contrato com uma grande gravadora, gravamos um disco. Vários shows, fãs histéricas, sutiãs e calcinhas jogadas ao palco, uma loucura. Foi aí que começaram os problemas: primeiro, queriam definir as roupas que usaríamos, nossos cortes de cabelo, o que diríamos em entrevistas. No início, não vi problemas, até que resolveram que teríamos de mudar nosso repertório, nosso estilo. Chamaram compositores para preparar nosso disco seguinte, no qual não teríamos nenhuma ingerência. Só o que teríamos que fazer era cantar. E sorrir. E fazer algumas dublagens em shows de auditório.

 

Não era certo daquele jeito, argumentei. Disseram que tínhamos que fazer o nosso público feliz. ‘Nhé’, pensei, vamos ver.

 

Até que num show, percebi que aquilo tudo não era pela nossa música. Até porque as histéricas fãs não ouviam o que estávamos tocando e cantando. Elas só gritavam, choravam, desesperadas. Tudo isso pela nossa simples presença próximo a elas. Aquilo era o bastante.


No final do show, fomos para um hotel. Durante a madrugada, enquanto todos dormiam, deixei o hotel e o show business. O sol nascia, e caminhei em silencio deixando para trás aquela vida que não era para mim. Tudo o que eu queria era uma casa no campo, onde pudesse compor muitos rocks rurais.

 

Não bastava ser apenas mais um rostinho bonito.


Até.

sábado, fevereiro 06, 2021

Sábado (e terminando as férias)

 


                 Férias em dois momentos: praia e serra.

                 Foi muito bom. Segunda-feira recomeçamos.

                 Até.

domingo, janeiro 31, 2021

A Sopa

(Crônicas de uma Pandemia – Trezentos e Vinte e Três Dias)

 

Mais um texto antigo, porque estamos de férias. Era fevereiro, mas era o norte do exílio, o inverno, havia iPod, neve e frio. 

 

Sobre segundas-feiras.

 

Nunca fui assim, posso garantir.

 

Essa coisa de ‘odeio segunda-feira’ para mim nunca passou de lenda, bobagem até. Pensemos o seguinte: um sétimo da vida é composto de segundas-feiras. Logo, estaríamos de mau humor durante uma porção significativa de nossa existência. Só para ser mais preciso, segundo o IBGE (dados de 2003), a expectativa ou esperança de vida do brasileiro ao nascer é de 70,3 anos, o que quer dizer aproximados 25660 dias, dos quais um sétimo desses dias estaríamos de mal com a vida, o que equivaleriam a DEZ anos de mau humor. Dez anos! 

 

Pois é, então esse papo de “odiar segunda-feira” é lenda.

 

Até porque essa coisa de “odiar” algo ou alguém é uma característica meio boba. Pior ainda se disser que, se pudesse, jogava a segunda-feira no chão e sapateava nela… Bom deixa pra lá, o que queria dizer era outra coisa.

Notei que as segundas-feiras agora têm, sim, um efeito sobre mim. Primeiro, achei que era porque eu ia dormir muito tarde aos domingos, por ficar vendo televisão, e acordava segunda-feira cansado. Era uma explicação lógica.

 

Mas essa semana eu fiz um teste: descansei durante o final de semana, e fui dormir mais ou menos cedo ontem. Resultado: hoje pela manhã eu estava tão cansado quanto nas outras semanas. Será que é a segunda-feira, que terá algum efeito nocivo em nós humanos, foi a pergunta que me fiz.

 

Até que me dei conta que não, era o meu corpo tentando me fazer virar sedentário e não ir fazer atividade física. Mas não conseguiu. Cheguei do hospital, fiz um lanche, troquei de roupa e fui para lá. Após uma hora de atividade física, saí para a rua fria, e o cenário tinha mudado: do cinza de final de tarde que tem caracterizado últimos dias de Toronto, a paisagem de inverno.

 

Neve.

 

Por tudo. Carros, calçadas, tudo branco.

 

Parece que fica tudo mais quieto, mais em paz.

 

Volto para casa a pé, sentindo o vento gelado no rosto, os flocos de neve caindo e a temperatura de –4ºC. A música que toca no iPod é Ruby Tuesday, dos Rolling Stones, em magistral interpretação do Nei Lisboa, em gravação ao vivo, do CD Hi-Fi, de 1998.

 

Chego em casa, banho quente e fico olhando pela janela a neve que cai.

 

Tudo bem, tudo em paz.

 

Até. 

sábado, janeiro 30, 2021

domingo, janeiro 24, 2021

A Sopa

(Crônicas de uma Pandemia – Trezentos e Dezesseis Dias)

 

Um texto antigo (para o período de férias) dos tempos do meu “exílio” canadense...

 

Falando em envelhecer ou, melhor, na passagem do tempo, esses dias estava pensando a respeito de conversas que nós, exilados por qualquer razão e que um dia vamos voltar, volta e meia temos. Numa delas, no final do ano passado, conversávamos sobre como era se integrar ao país, as diferenças que notávamos entre o nosso lugar de origem e onde estamos agora. Até que alguém falou que não há nada como o lugar de onde viemos.

 

Claro que não há, fiquei pensando.


É até injusto com o novo país ou nova cidade comparar com o lugar onde nos criamos. Por mais defeitos que tenha, no lugar de onde viemos é que estão as nossas referências, as nossas histórias. Como gostar mais de um lugar onde estou há um ano e meio quando comparado com outro em que vivi por trinta anos e, mais importante, foi onde cresci?

 

Evidentemente que é possível ir embora e mudar-se de “corpo e alma” para um outro lugar. Algumas vezes voluntariamente e outras por circunstâncias. Mas ainda assim é difícil comparar. A mesma coisa acontece com os amigos.

 

Percebi uma coisa, também por esses dias: é cada vez mais improvável, e em pouco tempo será impossível, conhecer novas pessoas, fazer novos amigos, que o serão pela maior parte da minha vida. Se levarmos em conta a expectativa de vida média do brasileiro, que é de setenta anos, esse é o último ano em que posso conhecer pessoas que poderão se tornar minhas amigas e assim ser por metade mais um dos anos que durou a minha vida. Isso se eu chegar aos setenta anos.

 

Tudo isso para dizer valorizo muito os amigos que já o são pela maior parte da minha vida. Porque - se já temos mais de vinte anos de amizade - é sinal de que vamos continuar assim por, no mínimo, mais vinte. O que quer dizer muito sobre nós.

 

E que não somos mais crianças.

 

Até. 

sábado, janeiro 23, 2021

Sábado (e férias)


                       Uns dias por aí, mas não onde essa foto foi tirada, há 1 ano...

                       Até.

 

sábado, janeiro 31, 2015

Sábado (e as férias)


O sábado começou cedo, como não consigo evitar.

Enquanto as meninas ainda dormiam, levantei no maior silêncio possível, peguei o jornal deixado na porta, fui preparar o chimarrão. Chaleira com água que não pode ferver, erva na cuia, o silêncio como a milonga que fala do frio e do pampa de onde não vim, mas que faz parte de quem eu sou. Assim permaneci: quieto.

Tomar chimarrão é um ritual dos sábados de manhã aqui em casa.

Assim como as férias.

Não como ritual, mas pelo sábado. A definição é da Jacque, mas assino embaixo: nas férias todos os dias são sábados de manhã. Perfeito.

Entramos de férias, agora de verdade, oficiais, desde ontem. Serão dez dias de descanso de verdade, o mais longe de computadores, iPads, telefones. Provavelmente da tevê também. Uma tentativa de ficar offline o maior tempo possível. É a intenção, mas sem estresse. Aliás, tudo o que não quero é estresse. Desde ontem já não verifico os e-mails. Vou tentar abstrair completamente das atribuições do dia-a-dia, do mundo. O fato de ir para um lugar em que sinal de celular é ruim vai ajudar...

Colocar algumas leituras em dia, manter a (nova) rotina de atividades físicas iniciada no começo do ano assim como em todos os inícios de ano. Pensar no que me propus fazer em 2015, e seguir por esse caminho.

Até.


(pensando em sol, em férias, mas ainda em casa...)

sábado, outubro 18, 2014

Sábado (e o fim de uma era...)



Nossa casa da praia foi vendida essa semana.

Uma parte muito significativa da minha vida passei lá, nos verões com a Turma do Muro.

Outra hora escrevo mais.

Até.

segunda-feira, janeiro 02, 2012

De volta (2)

Último dia de férias.

O caminho do litoral norte do RS até em casa foi três vezes mais longo que o usual, mas não importa o por quê... Chegando em casa, ainda não coloquei tudo em ordem.

Os e-mails, principalmente de trabalho, só vou ver e responder a partir de amanhã.

A idéia é retardar o início do ano de trabalho (com suas mudanças, desafios e preocupações) até o último momento, ou seja, amanhã de manhã.

Então dá licença que vou ali curtir as férias mais um pouquinho antes de terminarem.

Até amanhã.

Fui.

segunda-feira, dezembro 19, 2011

Segunda de férias

Depois de uma semana viajando, iniciei a semana em Porto Alegre e em férias.

Estranho, muito estranho.

Como previamente planejado, colocando a casa em ordem (as minhas coisas, que há meses esperam por organização, para ser mais específico). Não consegui terminar. Ainda.

Tento abstrair do mundo do trabalho, mas confesso que estando na cidade é mais difícil.

Mas vou tentando, vou tentando.

Até.

domingo, dezembro 18, 2011