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sábado, janeiro 08, 2022

Sábado (e perfeição)




Nunca foi tão atual, lamentavelmente....


Vamos celebrar a estupidez humana
A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja de assassinos
Covardes, estupradores e ladrões
Vamos celebrar a estupidez do povo
Nossa polícia e televisão
Vamos celebrar nosso governo
E nosso Estado, que não é nação
Celebrar a juventude sem escola
As crianças mortas
Celebrar nossa desunião


Vamos celebrar Eros e Thanatos
Persephone e Hades
Vamos celebrar nossa tristeza
Vamos celebrar nossa vaidade

Vamos comemorar como idiotas
A cada fevereiro e feriado
Todos os mortos nas estradas
Os mortos por falta de hospitais

Vamos celebrar nossa justiça
A ganância e a difamação
Vamos celebrar os preconceitos
O voto dos analfabetos

Comemorar a água podre
E todos os impostos
Queimadas, mentiras e sequestros
Nosso castelo de cartas marcadas
O trabalho escravo
Nosso pequeno universo
Toda hipocrisia e toda afetação
Todo roubo e toda a indiferença
Vamos celebrar epidemias
É a festa da torcida campeã


Vamos celebrar a fome
Não ter a quem ouvir
Não se ter a quem amar
Vamos alimentar o que é maldade
Vamos machucar um coração
Vamos celebrar nossa bandeira
Nosso passado de absurdos gloriosos
Tudo o que é gratuito e feio
Tudo que é normal
Vamos cantar juntos o Hino Nacional
A lágrima é verdadeira
Vamos celebrar nossa saudade

E comemorar a nossa solidão


Vamos festejar a inveja
A intolerância e a incompreensão
Vamos festejar a violência
E esquecer a nossa gente
Que trabalhou honestamente a vida inteira
E agora não tem mais direito a nada
Vamos celebrar a aberração
De toda a nossa falta de bom senso
Nosso descaso por educação

Vamos celebrar o horror
De tudo isso com festa, velório e caixão
Está tudo morto e enterrado agora
Já que também podemos celebrar
A estupidez de quem cantou esta canção


Venha, meu coração está com pressa
Quando a esperança está dispersa
Só a verdade me liberta
Chega de maldade e ilusão

Venha, o amor tem sempre a porta aberta
E vem chegando a primavera
Nosso futuro recomeça
Venha, que o que vem é perfeição 


Ah, pois é. Bom sábado a todos.


Até.

 


terça-feira, fevereiro 16, 2021

A Sopa

 (Crônicas de uma Pandemia – Trezentos e Trinta e Nove Dias)

 

Terça-feira de carnaval.

 

Carnaval que não foi carnaval em virtude das restrições decorrentes da pandemia. Porém, sempre tem os imbecis que se aglomeraram em festas clandestinas muitas delas dispersadas pela polícia. Chega ser desanimador.

 

Sempre fui (sou) um defensor das liberdades individuais. Isto posto, cabe lembrar que a liberdade de um termina onde começa a do outro. Ou seja, se a minha liberdade é nociva ao outro, eu tenho que arcar com as consequências dos meus atos. Como com a questão da posse de armas.

 

Sou a favor de que as pessoas possam ter armas se quiserem. Se seguirem todos os trâmites legais, se preencherem os pré-requisitos, tudo bem. Mas e se o dono da arma matar alguém numa briga trânsito, por exemplo, vocês podem perguntar. Simples, deve pagar pelo ocorrido. Deve ser responsabilizado pelos seus atos.

 

Isso é (mais) um grande problema no Brasil: a impunidade.

 

Vale para todas as dimensões da vida.

 

O que nos faz ser atrasados, subdesenvolvidos.

 

Desde se responsabilizar pelo mais básico dos atos, como não jogar lixo nas ruas, não vandalizar o patrimônio público, até altas esferas da república, ninguém (com as sempre importantes exceções) tem o compromisso com o que é público. Todos estamos cansados de saber/ver isso. O que se reflete na ausência de um sentimento de fazer parte, de pertencer.

 

Se eu não pertenço, eu não me importo com os outros.

 

Vale para quem se aglomera quando não deveria, para quem fura fila de vacina, para quem desvia dinheiro público.

 

É a falência da civilização.


Até.

domingo, abril 26, 2020

A Sopa

(Crônicas de uma Pandemia – Quadragésimo Segundo Dia)

Aos sábados, aqui n’A Sopa no Exílio, tradicionalmente publico uma foto aleatória. Usualmente fotos que eu tirei, de lugares ou histórias passadas. 

Ontem, não publiquei.

Por quê?

Não encontrei uma foto que me inspirasse. Simples assim.

Nada a ver com nada.

Para quem pensou que eu fosse falar do Bolsonaro, do Sérgio Moro ou do coronavírus, digo que não estou com vontade. Nenhuma. O que eu penso sobre o que aconteceu em Brasília entre quinta e sexta-feira? Mesmo sem vontade, respondo para você, solitário leitor.

Acabou o governo Bolsonaro. Perdeu o trem da história, como dizem.

Todos sempre soubemos que ele era (é) um cara limitado, mas que teve a competência de canalizar e personificar o oposto do que o partido aquele que não digo o nome representava e que levou o Brasil à maior crise de sua história. Além de ser o representante da insatisfação com “tudo isso aí”, após ganhar a eleição soube cercar-se de nomes técnicos e competentes para, como se diz, tocar o barco.

O seu governo vinha indo bem, com melhora nos indicadores econômicos, medidas sendo tomadas, mesmo que o chefe do estado criasse polêmicas desnecessárias (além daquelas falsas criadas pela imprensa). Parecia planejado: ele chamava a atenção, os holofotes, para si, e quem tinha de trabalhar conseguia trabalhar sem ninguém incomodar. Lamentavelmente, não era.

Foi quando veio a pandemia do coronavírus.

Esse é um daqueles momentos-chave na História, aquela com agá maiúsculo. É uma situação sem precedentes em gerações. E é justamente nesses momentos em que surgem os grandes líderes, que comandam nações durante a travessia por tempos nebulosos.

Bolsonaro poderia sair disso como um Churchill.  

O que estamos vendo, contudo, é o presidente encolher, ficar menor e insignificante a cada dia, a cada polêmica que cria. Tornando-se irrelevante.

Infelizmente.

Nunca é bom um Presidente, alguém que deve liderar o país, tornar-se pequeno para o cargo que ocupa. 

Perdemos todos.  

Até.

PS – ainda acho que seria pior com aquele outro, que nem lembramos o nome...

quarta-feira, novembro 20, 2019

O mundo anda tão complicado


Dias difíceis, esses que vivemos.

Falo de um modo genérico, da cidade, do estado, do país e do mundo. E falo também das pessoas e suas relações, virtuais e reais, de redes sociais, da natureza e nossa relação com ela. Basicamente, uma crise de entendimento e empatia, ou falta de.

Política, no seu conceito amplo e genérico, de relações pessoais.

Diferentes assuntos, mas que – nem tão no fundo assim – tem o mesmo ponto central, que é a visão do mundo que temos.

O Brasil, por exemplo.

Sim, eu votei no Bolsonaro. Não, ele não era o meu preferido.

Votei porque não era mais possível ter a esquerda (e o PT, em especial) governando o país. O estrago feito foi gigantesco, e todos sofremos com isso. Os anos Lula e Dilma foi um período em que uma organização criminosa governou o país, se locupletou, financiou ditaduras periféricas, dividiu o país entre nós e eles, criou conflitos e uma grave crise econômica, até agora insolúveis.

Descobertos os seus crimes, o seu líder maior, o pior (no sentido de caráter) governante da história desse país, foi processado, condenado (em mais de uma instância), passou a cumprir pena com inexplicáveis regalias, onde ficou até o STF mudar o entendimento da lei para beneficiá-lo, mas com isso criando um precedente perigosíssimo. Sabemos que quem tem dinheiro para recorrer em muitas instâncias não será preso nunca, enquanto os outros, de poucas posses, vão para a cadeia. Nós brasileiros não somos todos iguais perante a lei...

Isso tudo em meio a um governo novo que tenta colocar o país no rumo novamente, principalmente em termos de economia, e tem de lidar com a maior oposição já vista no país: partidos de esquerda, o Centrão, a grande imprensa, e “aliados” que se elegeram pelo mesmo partido e com as mesmas bandeiras e – uma vez eleitos – viraram as costas e tratam de seus próprios e nem sempre republicanos interesses. 

Todos parecem não querer que o país melhore. Apostam no já batido “quanto pior, melhor”. Que, por sinal, é uma característica das esquerdas brasileiras que vem de longe (lembram, foram contra o Plano Real, não assinaram a Constituição de 1988, etc.). Eu, por outro lado, sempre quero que o país avance, independente do governo.  

E também tem a questão dos filhos do Presidente e sua relação com as redes sociais, que mais atrapalham do que ajudam. O grande problema do atual governo é – sem dúvida – a comunicação. Ao menos, enquanto uns falam, discutem e criam polêmicas, o governo trabalha e o país avança, vide reforma da previdência.

Uma grande confusão, tudo isso.

Não sabemos mais em quem confiar, a grande imprensa se tornou não confiável, por um viés político claro. A maioria não se posiciona politicamente, se diz isenta, mas - claramente - é oposição ao governo por questões de ideologia. E manipulam, mentem e distorcem os fatos. Generalizo, eu sei, nem todos são assim, como em tudo existem os bons e os maus, os honestos e os desonestos, mas boa parte da imprensa está contaminada por esse viés ideológico.

Fica difícil saber se devemos acreditar no que lemos e/ou ouvimos.

Está muito complicado mesmo.

Até.

terça-feira, abril 14, 2015

Pois é...

"Há dois tipos de esquerdistas, os enganados e os enganadores.

Os enganados, vulgo idiotas úteis, são na maioria das vezes bem intencionados; realmente querem um mundo melhor e coisa e tal - fui um deles por um bom tempo. Devido à total ausência de contestações ao marxismo no ensino brasileiro, estas pobres almas se tornam extremamente vulneráveis à ferramenta de arrebanhamento utilizada pelo segundo grupo, os dos enganadores. A esta ferramenta damos o nome de marxismo cultural, que tem como finalidade fazer com que pessoas ignorantes acreditem piamente que a melhor forma de melhorar o mundo é dar poder a políticos de esquerda.

Os enganadores são os líderes, principalmente os mentores intelectuais como José Dirceu e Rui Falcão; essa gente sabe o que faz. Eles sabem muito bem que o socialismo não funciona. Mas eles também sabem que todo o bla-bla-bla marxista é muito sedutor e eficiente para engajar os ignorantes na luta por um mundo melhor, que, como dito acima, significa dar poder a políticos de esquerda. Contudo, é claro, estes líderes não estão nem um pouco interessados em melhorar o mundo. Querem só uma coisa: poder a seu grupo político, assim como todos os beneficio$ advindos de tal poder. Para quem leu “A Revolução do Bichos”, estes líderes são representados pelos porcos. Dirceu, Genoíno, Rui Falcão, Lula... São todos os porcos revolucionários que enganam os ignorantes para viverem como reis sem trabalhar."

(As Contradições da Esquerda)

Assino embaixo.

Até.

quarta-feira, junho 26, 2013

Ainda não vi tudo (é ou não é admirável?)

Como escreveu o Barão de Itararé, 

"Os que se julgam espertos acham que a admiração é um alarmante sintoma de ignorância e, por isso, afirmam que só os tolos se admiram. Os que se maravilham de qualquer coisa, por sua vez, se surpreendem também da impassibilidade dos sabidos, aos quais consideram lamentáveis cegos e inconscientes.

O ladino se admira do tolo e não pode compreender como este se possa admirar de uma bobagem. O tolo, por seu turno, se admira de que o ladino não se admire de coisa alguma, quando ele acha tudo admirável.

O tolo se admira de tudo, porque vê em tudo uma verdade para admirar. O tolo, então, raciocina e tira uma conclusão. E, portanto, não é tolo.

O inteligente vê o fenômeno e não se admira, porque não vê nada de admirável no que vê. Mas o homem que não chega a ver o que até os tolos veem não pode ser um homem inteligente.

De tudo isto só se pode concluir que o tolo, afinal, é um inteligente e que o inteligente é um tolo.

É ou não é admirável?"

Eu continuo me admirando diuturnamente com o mundo e com as pessoas, para o bem e para o mal, lamentavelmente. E, por mais que eu tente, algumas coisas não consigo entender.

A Lei do Ato médico, por exemplo.

Tenho convicção de que a quase totalidade dos que criticam a lei é porque não leram ou, não sei o que é mais triste, não entenderam.

Quando à vinda de médicos estrangeiros trabalhar no Brasil, parece que a ideologia cega e embota o pensamento. A questão não é se são de Cuba, Espanha, Canadá ou mesmo de Marte. E não é medo de perder pacientes (tem argumento mais ridículo que esse? medo de perder pacientes? sério?). Primeiro que a tese que faltam médicos no Brasil é uma falácia. Segundo, o problema está na falta de condições de trabalho para o médico nessas regiões em que os "médicos não querem trabalhar". 

Existem poucos médicos estrangeiros trabalhando no Brasil, enquanto na Inglaterra, no Canadá tem bem mais? Pergunta para os médicos estrangeiros tiveram que fazer para poder trabalhar no exterior. O que queremos é que se cumpra a lei, que os médicos de Cuba, e mesmo os de Marte, façam a prova que vai revalidar seus diplomas, como em qualquer outra profissão em qualquer outro país. O resto que dizem é bobagem, quando não estupidez.

Até.

domingo, junho 23, 2013

A Sopa 13/01

Crise de identidade.

E aqui reafirmo minha convicção: tempos estranhos esses, em que vivemos.

Imagino que no passado era muito mais fácil saber qual era o teu papel no mundo e, mais significativo, saber quem eras e em que lado da mesa estava, ou deveria estar. As noções de direita e esquerda eram bem claras, e tomar posição era muito mais simples. Todos sabiam os seus papéis. Tudo isso, contudo, ficou no século (milênio, na verdade) passado.

Hoje em dia, por mais que as pessoas insistam em tentar definir os outros em esquerda e direita, bem e mal, e o leitor tem total liberdade de associar bem e mal com a posição política que lhe convier, isso é uma perda de tempo, e uma atitude quase infantil. O mundo mudou muito, e nem tudo é branco ou preto, vermelho ou não. O maniqueísmo típico de outros tempos não cola mais, é ultrapassado como uma camiseta do Che Guevara.

Eu, por exemplo.

Não sei o quê sou em se tratando de ideologia. Poderia agora citar trecho de música para ilustrar meu argumento (“Meu partido/É um coração partido/E as ilusões/Estão todas perdidas/Os meus sonhos/Foram todos vendidos/Tão barato/Que eu nem acredito/Eu nem acredito/Que aquele garoto/Que ia mudar o mundo/Mudar o mundo/Frequenta agora/As festas do Grand Monde...") e mostrar que, ao menos para mim, o posicionamento político-ideológico ficou complicado. Se isso é bom ou ruim, não sei. Existem vários exemplos.

Se eu acho que o aborto é decisão única e exclusiva da mulher e, se ela acha que deve fazer, deve ter o direito de fazê-lo sem ser criminalizada por isso, sou de esquerda.

Se eu acho que o MST se tornou um movimento sem legitimidade, sou de direita.

Se eu sou a favor da vinda de médicos estrangeiros para trabalhar no Brasil, sou de esquerda, mas quando digo que devem, por lei, revalidar seus diplomas, sou de direita.

Se eu acho que os condenados à prisão pelo STF no caso do mensalão devem perder seus cargos eletivos, sou conservador de direita. Mas quando me mostro a favor de que todos tenham os mesmo direitos, independente de opção sexual, sou de esquerda.

Quando digo que acho que as cotas nas universidades públicas são necessárias, sou militante de esquerda, mas quando fico desconfortável com o me parece um processo de “venezuelização” (no mau sentido, mas nada contra a Venezuela, falo do chavismo) do Brasil, sou quase taxado de membro da Tradição, Família e Propriedade.

Quando digo que acho os Estados Unidos uma grande nação, mesmo com seus problemas, sou de direita. Quando digo que moraria lá tranquilamente, sou quase um radical de direita.

Se digo que sou a favor da Lei do Ato Médico, sou um mercenário corporativista. E quando digo que, sim, eu atendo pacientes do SUS sem receber um centavo em troca, não acreditam.

Quando defendo a liberdade de expressão, sou de esquerda, mas quando discordo daqueles que querem calar a Rede Globo / RBS, eu sou vendido ao sistema.

Quando eu acho que a hora de protestar contra a Copa no Brasil era há oito anos, e agora querer que dê errado (que não venham turistas para o Brasil) é um tiro no pé que só vai aumentar os prejuízos a todos, me chamam de ingênuo. 

E assim por diante.

Tempos complicados esses, não?

Aqueles que precisam rotular e classificar as pessoas o tempo todo para sentirem-se mais seguros devem se frustrar comigo (e com muitos de nós). Pois é.

A vida, e o mundo, são bem mais complicados do que as pessoas gostariam.

E assim vamos vivendo.

Até.

#

A reativação desse blog nos últimos dias ocorreu, como todos notaram, em virtude dos acontecimentos que agitaram o Brasil e as redes sociais nas últimas semanas. Pretendo continuar ativo e frequente por aqui, mas começo a ficar desanimado em escrever sobre esses fatos e suas repercussões... vamos ver...


quinta-feira, outubro 06, 2011

A Copa do Mundo e a Soberania Nacional





Há uma grita geral por causa da Copa do Mundo de 2014, principalmente porque a FIFA estaria  "impondo suas regras" ao país, ferindo nosso orgulho e nossa soberania. A Lei Geral da Copa seria uma constituição temporária ao Brasil, dando soberania à FIFA. 


Só pode ser piada.

Em primeiro lugar, quando quiseram fazer a Copa no Brasil, não sabiam que era assim? Se candidataram e depois assinaram um contrato sem ler seu conteúdo? Que é assim em todos os países que sediam a Copa?  Quer dizer que foi tudo na empolgação do ex-presidente se achando "o Cara" e no espírito "Pra Frente Brasil, vamos ver o que dá"?

Vamos crescer, por favor.

Não tenho nada a favor da FIFA, tenho tudo contra a CBF e seus dirigentes, mas não dá para tapar o sol com a peneira: assumiu um compromisso, assinou um contrato, tem é que cumprir. Paciência. Antes não tivesse inventado esse papo de copa no Brasil. Agora, Inês é morta.

Por outro lado, uma Copa do Mundo num país sempre traz benefícios que duram depois da competição, como obras de infra-estrututura, entre outras. Pelo menos eu quero crer nisso...

Tem mais é que se preocupar em controlar os gastos, evitar desperdícios, combater a corrupção, para que pelo menos sobre algo para a saúde, por exemplo.

Até.