Continuo com a minha compulsão em fazer comentários ‘engraçadinhos’, mesmo em momentos em que não seriam os mais adequados. Mais forte que eu, é o timing para isso, é a ‘bola picando’, não consigo deixar passar...
Como esses dias quando estávamos em uma reunião com um representante da Prefeitura de Porto Alegre e, em meio à conversa, chegou um segundo secretário (ou subsecretário) municipal e se juntou ao grupo. O que já estava na reunião comentou que havia deixado outra reunião para participar da que havíamos marcado, no que o que recém chegara respondeu que deveria estar na outra, mas não havia sido avisado.
Não resisti:
“Pois é, o pessoal comentou a tua ausência, e vou te dizer, ficou chato... Não que eu queira criar intrigas...”.
Milésimo de segundo de silêncio, e todos rimos.
Como eu disse, eu não consigo evitar essas tiradas bem-humoradas, ou tentativa de, como forma de quebrar o gelo, de tornar as coisas mais leves. E o melhor é fazer sempre falando com aspecto de seriedade, o que aumenta o efeito cômico desejado, e nunca sendo desrespeitoso. Na maior parte das vezes, funciona, e não lembro (ou não notei) de ser inconveniente.
Pode ser que alguém não entenda ou se sinta ofendido.
Mas aí vai dizer mais de quem se ofendeu do que de mim.
Até.