Comunicação.
Com certa frequência, reafirmo a minha convicção de que as pessoas, mesmo que a linguagem tenha surgido há cerca de cento e trinta e cinco mil anos, ainda não aprenderam a dominá-la da melhor forma. É a única explicação para diversas situações vividas e que seriam evitadas, ou amenizadas, caso houvesse uma melhor comunicação interpessoal.
E isso é ainda mais intenso quando pensamos em comunicação escrita, pois essa requer habilidades (e prática) um pouco maiores. Tenho um cuidado gigante quando vou escrever alguma mensagem a alguém, pois sempre há o risco de confusão.
Alguém pensa uma coisa, escreve outra, e quem lê entende uma terceira coisa, que muitas vezes nem tem relação com a intensão original de quem pensou a mensagem. E a confusão pode acontecer. Por isso o cuidado que devemos ter com o que escrevemos e para quem escrevemos. Ainda pior: o que foi escrito está ali, em frente ao leitor, para ser lido, relido e lido mais uma vez, criando algumas vezes histórias gigantes e fantasiosas a partir de algo que não tinha nada a ver.
Apesar de cuidar com o que escrevo quando envio mensagens, e mesmo sendo alguém que escreve, ainda considero que a conversa, o diálogo, sempre são melhores. É a melhor forma de nos entendermos, a mais simples.
Tem problema, algo não te agrada, está com dificuldades, precisa de ajuda? Vem falar comigo. Me conta, desabafa, reclama. Sabendo o que está acontecendo vou poder te ajudar, vou poder corrigir o que pode ser corrigido.
Não seja tímido.
Vamos conversar.
Até.